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As limitações terapêuticas, o desenvolvimento de resistência, a toxicidade relacionada a antifúngicos, as significantes interações medicamentosas e a biodisponibilidade insuficiente dos antifúngicos convencionais tornam necessários o desenvolvimento de medicamentos para tratar as novas e emergentes infecções fúngicas. O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil e foi identificado como um dos mais distintos biomas sulamericanos, constituindo uma importante fonte de moléculas vegetais inovadores para diversas condições, incluindo as doenças infecciosas.
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A competitividade da cadeia produtiva de plantas medicinais no Brasil é analisada a partir de indicadores advindos do comércio exterior. Aflora um novo dilema brasileiro: por um lado, o país detém uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta; por outro lado, apresenta um baixo nível de competitividade revelada no setor. O Brasil é um tradicional importador líquido em todos os segmentos da cadeia produtiva, com déficits comerciais crescentes na medida em que os produtos têm maiores valores adicionados.
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Embora no Brasil existam normas e legislação para garantir a segurança e qualidade dos fitoterápicos, para muitas das plantas utilizadas popularmente, não há registros facilmente disponíveis de suas características macroscópicas ou de marcadores químicos. Dessa forma, informações que possam fornecer subsídios para a correta identificação e garantia dos três princípios fundamentais para um medicamento – qualidade, eficácia e segurança – são necessárias, principalmente para aquelas espécies que têm uso mais evidente no Brasil. O cerrado goiano é muito rico em espécies medicinais, que se devidamente utilizadas podem trazer benefícios substanciais, sobretudo às populações mais carentes.
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A presente dissertação descreve o estudo químico e da atividade biológica de folhas de Hancornia speciosa Gomes (Apocynaceae), espécie frutífera, genuinamente brasileira, comum no bioma Cerrado do Distrito Federal e conhecida popularmente como mangaba. O látex dessa espécie é utilizado na medicina popular para o tratamento de desordens gástricas e tuberculose e as folhas para tratar dismenorréia e diabetes. Dos extratos hexânico e etanólico foram obtidos: mistura de hidrocarbonetos; mistura de álcoois de cadeia longa; obtusalina e eritrodiol; lupeol, α- e β-amirina e seus derivados 3β-acilados; β-sitosterol; rutina e ácido clorogênico. Os extratos e frações de Hancornia speciosa foram submetidos a ensaios para avaliar sua atividade biológica.
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Esta pesquisa se comprometeu a pesquisar os aspectos fitoquimicos e farmacognosticos da raiz de Cochlospermum regium (Mart. et Schr.) visando adquirir informacoes auxiliares para sua padronizacao como materia-prima vegetal para producao de fitoterapicos. Para analise fitoquimica foi realizado o fracionamento do extrato hidroalcoolico associado com a atividade antimicrobiana e, para o estudo farmacognostico foram realizados ensaios para caracterizacao morfoanatomica e fisico-quimica seguindo metodo farmacopeico. O extrato hidroalcoolico e suas fracoes, particularmente a fracao acetato de etila, apresentaram efeito antimicrobiano frente a Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa e ausencia de atividade sobre Escherichia coli, Enterococcus faecalis e Klebsiella pneumoniae.
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A partir da década de 1990, o governo brasileiro – signatário da Convenção sobre Diversidade Biológica - deu início a um debate político em torno da elaboração de um novo marco regulatório na área de pesquisa e bioprospecção dos “recursos genéticos” e dos chamados “conhecimentos tradicionais associados”, tendo como objetivo o estabelecimento de relações mais “equitativas” entre pesquisadores, empresas e outros setores da sociedade. Nesta tese, partindo de uma abordagem da antropologia da ciência, busquei analisar a relação entre pesquisadores da área de biodiversidade e os coletivos locais diretamente envolvidos em seus projetos no âmbito do contexto histórico da regulamentação.
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Nos últimos anos, vem ocorrendo um retorno ao uso de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos, não apenas em países considerados em desenvolvimento, mas também nos desenvolvidos. No Brasil, a regulamentação em vigor para o registro de medicamentos fitoterápicos é a RDC 14/10, que determina os aspectos essenciais ao registro, como identificação botânica das espécies vegetais utilizadas, padrão de qualidade e identidade e provas de eficácia e segurança que validem as indicações propostas. Nessa perspectiva, as bulas dos medicamentos são consideradas a principal fonte de informação aos usuários do medicamento para um melhor esclarecimento quanto à sua enfermidade e tratamento.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia subordinada ao Ministério da Saúde, encarregada da regulação e regulamentação de fitoterápicos, dentre outros produtos. Em 2006, duas importantes políticas foram publicadas para a área de plantas medicinais e fitoterápicos, a Política Nacional de Práticas Integrativas (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS) e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), fazendo com que a Anvisa tivesse que atualizar seus regulamentos.
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Este trabalho objetivou descrever as prescrições médicas de fitoterapia no Estado de Rondônia, considerando seus usos e notificações. Trata-se de um estudo retrospectivo, descritivo e transversal, a partir de coleta de informações em registro eletrônico de farmácias de manipulação de quatro municípios do Estado de Rondônia.
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Um total de 217 extratos obtidos de 22 espécies de plantas do bioma Cerrado utilizadas na medicina tradicional para tratar doenças parasitárias, feridas na pele e febre foram avaliados em Plasmodium falciparum resistente à cloroquina (cepa FcB1, Colômbia). Dentre estes, 32 demonstraram capacidade de inibir acima de 75% o crescimento do parasito. Estes 32 extratos foram também avaliados em 5 espécies de leveduras dos gêneros Candida e Cryptococcus.
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