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São Lourenço do Sul, município referência em implantação de políticas públicas visando o incentivo à produção de plantas bioativas e de medicamentos fitoterápicos, sedia pela primeira vez a 9ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas – Herbal Tchê. O evento realizado no Galpão Crioulo do Camping Municipal começou na manhã de quarta-feira (09) com a abertura oficial e a palestra ministrada pelo engenheiro agrícola Cirino Côrrea Júnior, da Emater Paraná, com o tema “Situação e perspectivas das plantas medicinais, aromáticas e condimentares”.

O Herbal Tchê conta com três dias de evento com uma extensa programação, com painéis, oficinas e troca de experiências. Com o tema “O caminho das plantas bioativas: cultivando saberes e fazeres”, o evento tem como objetivo reunir estudantes, trabalhadores e voluntários da área da saúde, agricultura, educação, extensão rural, pesquisa, movimentos sociais e simpatizantes da causa promovendo um intercâmbio de experiências sobre o trabalho com plantas bioativas, discutindo a situação e perspectivas futuras sobre a produção, empreendedorismo em farmácias-vivas e a legislação regulamentadora.

Representantes dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Saúde, e do Desenvolvimento Agrário, assim como, de entidades representativas e universidades e institutos federais participam do evento, propondo debates e apresentando painéis temáticos.

O secretário municipal de Saúde, Arilson Cardoso, que no período da tarde apresentou a experiência de São Lourenço do Sul com o Programa Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterapia, destacou os avanços na área. Ele afirma a importância de construir coletivamente um novo paradigma na área – a produção de plantas bioativas e a fitoterapia aliada ao uso de novas tecnologias, inovação científica e pesquisas – e do comprometimento da atual gestão em implementar políticas públicas nesse sentido. “O que nós estamos criando dentro do Sistema Único de Saúde é uma nova política de medicamentos voltada para a necessidade da população. Estamos trabalhando com o objetivo de envolver toda a cadeia produtiva e estimular o nosso produtor e a agricultura familiar para produzirmos nas farmácias-vivas. Isso incentiva os profissionais a prescrever medicamentos que são produzidos de forma local, em contraponto a grande indústria farmacêutica” – explica.

São Lourenço do Sul começou a formular uma política pública municipal direcionada à área em 2005, quando sediou um encontro regional. Em 2012, foi criada a Política Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Através de diversos critérios – presença na lista do Ministério da Saúde, levantamento etnobotânico, perfil epidemiológico, farmacotécnica, cultivo e manejo e o Projeto Plantas para o Futuro – a Prefeitura selecionou duas espécies de plantas para desenvolver o programa: hortelã-pimenta e guaco.

Cardoso salienta o resultado destas ações, como a proposta de Arranjo Produtivo Local do município contemplada com R$ 791.875,00 (setecentos e noventa e um mil oitocentos e setenta e cinco reais), recursos do Ministério da Saúde. São Lourenço do Sul já conta com uma área de 18 hectares, definida junto ao Horto Municipal, para instalação de uma Farmácia-Viva. O espaço tem uma área projetada que compreende: duas casas de vegetação, uma central de secagem, um laboratório e uma área de educação ambiental.

Entre os desafios apontados pelo secretário destacam-se a articulação intersetorial, a burocracia na aquisição de equipamentos e insumos, o convencimento dos prescritores e a insegurança do produtor. Cardoso projeta ainda as aspirações do município quanto ao projeto, como a estruturação de um arranjo produtivo local autossustentável, do fortalecimento e integração da agricultura familiar e a indústria fitoquímica e a regionalização do projeto.

O prefeito Daniel Raupp destacou o trabalho desenvolvido junto à Rede Municipal de Ensino visando o cultivo e a cultura das plantas medicinais. Um exemplo destas iniciativas é o “Homem Fitoterápico” – localizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Jacob Rheingantz, na zona rural na Coxilha do Barão – ferramenta didática utilizada no ensino do uso das plantas medicinais e a sua relação com os sistemas e órgãos do corpo humano. A ação tem como objetivo facilitar a compreensão e a fixação do conteúdo, associando cada planta a uma determinada parte do corpo ou enfermidade.

Raupp relatou ainda a importância de parcerias com instituições de ensino técnico e superior para aprimorar as políticas públicas na área, desenvolvendo ações de pesquisa e extensão e promovendo a troca de conhecimento e experiências. “Este é um tema central em nosso governo e a instalação do Campus da Universidade Federal do Rio Grande, voltado para as questões ambientais, com os cursos de gestão ambiental, educação para o   campo e agroecologia, tem uma participação importante neste processo” – afirma. Raupp explica que a produção de plantas medicinais, fitoterápicos e aromáticos tem um papel fundamental no trabalho da Prefeitura em busca de uma diversificação da agricultura familiar. “Em São Lourenço do Sul temos nossa economia com uma forte base no setor primário, com a cultura do tabaco ainda muito forte. Observamos a necessidade de fortalecer e dinamizar a agricultura familiar, ainda muito centrada na monocultura” – conta.

A abertura oficial contou com a presença do prefeito Daniel Raupp, do secretário municipal de Saúde Arilson Cardoso, do deputado estadual Zé Nunes (PT), do coordenador da comissão organizadora do evento e representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Rodrigo Hoff, da presidente do Conselho Municipal de Saúde, Silvana Freitas, das representantes do Ministério da Saúde Cátia Torres, e do Ministério do Desenvolvimento Agrário Daniela Vasconcelos, do gerente regional adjunto da Emater, Ronaldo Maciel, do diretor do campus da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Eduardo Volgeman, e do chefe-geral da Embrapa Clima Temperado Clênio Nailton Pilon.

Durante a tarde, foi realizado o painel com o tema "Integrando saúde, agricultura e educação", com as seguintes temáticas: Farmácia Viva e sua interface com arranjos produtivos locais; experiências positivas de produção de plantas bioativas; experiência do projeto APL Fito de São Lourenço do Sul; e formação de pessoas em plantas bioativas: nível técnico e nível superior.

Confira a programação completa do evento:

Quinta-feira (10)

08h30min – Painel “Unindo os elos da cadeia produtiva”

- Gargalos das cadeias produtivas de plantas bioativas

- Experiência do Projeto Itaipu Binacional

- Qualificação de fornecedores e produção de fitoterápicos

- Experiência de produção comercial de chás

14 horas – Painel “Conservação e potencialidades de uso”

- Plantas alimentícias não-convencionais

- Plantas bioativas na saúde dos agroecossistemas

- Uso sustentável e conservação de plantas bioativas

- Identificação taxonômica de plantas bioativas

- Plantas bioativas nativas do Bioma Pampa

Sexta-feira (11)

Oficinas

- Plantas medicinais nativas do Bioma Pampa

- Plantas ritualísticas

- Fitocosméticos caseiros

- Aromaterapia

- Biofertilizantes

- Propriedades terapêuticas dos óleos essenciais nativos e exóticos

- Homeopatia popular

- Plantas alimentícias não-convencionais

- Plantas medicinais de uso animal

- Identificação de plantas

- Jardins funcionais terapêuticos

- Plantas tóxicas

- Saúde integral: corpo-mente-espírito

 

Prefeitura de São Lourenço do Sul
Departamento de Comunicação (DECOM)
(53) 3251-9500 / Ramal: 9509
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O Núcleo Farmácia Viva do Distrito Federal lançou o fitoterápico farmacopeico (FFFB 1- Anvisa, 2011) – Chá Medicinal de Guaco. O chá, com indicação expectorante, é apresentado em embalagem plástica primária lacrada, contendo 30g das folhas secas rasuradas de Mikania glomerata/M. laevigata, cultivada sem uso de agrotóxicos. A embalagem secundária é composta de envelope de papel pardo contendo impressas na parte frontal informações relativas aos nomes popular e científico da planta medicinal, parte usada, conteúdo em gramas, lote, data de fabricação, data de validade e nome do farmacêutico responsável. Na sua parte posterior, a embalagem secundária traz impressas informações sobre indicação, orientações para o preparo, modo de usar, advertências e a referência normativa da Anvisa utilizada. 

 

Núcleo Farmácia Viva DF

Funcionando a mais de 25 anos a Farmácia Viva DF já produzia dois fitoterápicos à base de guaco – xarope e tintura, todos com indicação expectorante. Outros fitoterápicos produzidos pela Farmácia Viva e muito procurados são: a pomada de erva baleeira, indicada como anti-inflamatório e para tratamento de atrite, tendinite e artroses; o gel de alecrim, gel de pimenta e gel babosa, indicado para tratamentos de pele; a pomada confrei, com ação cicatrizante; a tintura de boldo nacional, para problemas gástricos; e a tintura de funcho indicada pra gazes, má digestão e cólicas menstruais. 

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Nos dias 20 e 21/05 a equipe do Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com a Divisão de Educação Ambiental da Itaipu Binacional, como parte do Convênio Linha Ecológica e o Conselho de Desenvolvimento dos Municípios de Lindeiros, promoveram encontros do Projeto Cultivando Saúde na Bacia do Rio Paraná III (BP3).

Os encontros aconteceram nos municípios de Medianeira, Vera Cruz do Oeste, Nova Santa Rosa e Maripá e tiveram como objetivo central a apresentação do Projeto Plantas Medicinais da Itaipu e de relatos de experiências exitosas na região envolvendo fitoterápicos e plantas medicinais. Os convidados também se reuniram para discutir a criação de uma rede de educação em saúde na BP3 e propor atividades para serem realizadas em encontros futuros.

Participaram dos encontros profissionais da área da saúde, agentes de Pastorais da Saúde, Pastorais da Criança e Clube de Idosos, abrangendo os 28 municípios da Bacia do Paraná III (BP3); e mais os municípios de Serranópolis do Iguaçu e Palotina. Também estiveram presentes prefeitos, secretários de saúde, agricultura e de assistência social de alguns municípios.

Relevância do Rio Paraná e da BP3

O Rio Paraná (que significa "como o mar" ou "parecido com o mar", em Tupié o principal formador da Bacia do PrataQuando considerado em sua extensão total até a foz do Prata na cidade de Buenos Aires, é oitavo maior rio do mundo em extensão (4.880 km) e segundo maior rio da América do Sul, sendo o primeiro AmazonasSua bacia hidrográfica abrange mais de 10% de todo território brasileiro.

A Bacia do Paraná III é um sub-bacia do rio Paraná (possui 8.000km2) e envolve 28 municípios do estado do Paraná e um do Mato Grosso do Sul. Esta dimensão mostra importância da preservação deste Rio e seu ecossistema e, portando, de iniciativas como o Projeto Cultivando Saúde na Bacia do Rio Paraná III que integra sustentabilidade socioambiental e saúde da população.

Cultivando Água Boa e plantas medicinais

A região da Tríplice Fronteira, com sua enorme diversidade natural e cultural (em especial pela forte presença indígena), tem um rico patrimônio em plantas medicinais que infelizmente vinha se perdendo, por conta da devastação ambiental e pela fragmentação do conhecimento tradicional, decorrente dos processos de urbanização. Para resgatar esse patrimônio, difundir o emprego de fitoterápicos e os conhecimentos sobre seu uso, e ainda oferecer uma alternativa de renda para agricultores orgânicos, foi criado o programa Plantas Medicinais.

O primeiro passo, assim como em outras iniciativas do Cultivando Água Boa, foi buscar parcerias com instituições que já trabalhavam com o tema na BP3, como universidades, laboratórios, associações, ONGs e órgãos do governo. A partir de então, foi realizada uma pesquisa na região, sobre quais as doenças mais comuns e quais os fitoterápicos que precisavam ser trabalhados para tratar essas enfermidades, desde que fossem espécies abordadas em estudos científicos e com eficácia comprovada. Assim, durante três anos o projeto deu ênfase à capacitação e sensibilização, buscando vencer antigos preconceitos e mostrando resultados clínicos comprovados. O Instituto Brasileiro de Plantas Medicinais, do Rio de Janeiro, que já oferece cursos de pós-graduação na área, foi contratado para realizar os cursos de capacitação (Fonte: Itaipu/RetiSFito.org).

Saiba mais sobre os programas e projetos de desenvolvimento sustentável e plantas medicinais da Itaipu Binacional em: http://www.cultivandoaguaboa.com.br/acao/nivel-1/plantas-medicinais. Conheça também as parcerias com a RetiSFito.

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Entre os dias 20 e 22 de abril foi realizado em Marechal Cândido Rondon, no Paraná, o IX Encontro Ampliado da Rede EcoVida de Agroecologia e o VII Encontro Regional de Agroeocologia. A programação foi vasta e incluiu Feira de Sementes, diversas atividades culturais, seminários e oficinas. Os seminários reuniram discussões em torno de temas como: agrobiodiversidade, agrotóxicos e saúde pública; políticas de abastecimento, mercados locais e institucionais; gênero, juventude e agroecologia, entre outros.

Dentre os temas das oficinas, esteve presente o das plantas medicinais. A “Oficina de Produção de Mudas de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares”, organizada pela Ação de Plantas Medicinais do Programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional, reuniu mulheres, homens e crianças para discutir e aprender sobre este tema. A Oficina aconteceu durante à tarde do dia 20 e contou com cerca de 40 inscritos oriundos de diversas localidades dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

“Tivemos também participantes do Estado do Mato Grosso e dois representantes da Costa Rica. A oficina teve como objetivo principal replicar o conhecimento sobre como produzir mudas de 20 espécies”, contou Liziane Kadine Antunes de Moraes Pires, uma das organizadoras da Oficina.

Objeto do Encontro - Fortalecer a Rede Ecovida de Agroecologia, reforçando a mobilização em torno da agroecologia através do convívio, do intercâmbio de experiências e da reflexão conjunta, assim como nos preparar e motivar para atuar nos espaços locais junto a agricultores, consumidores e poder público.

 Os participantes também puderam aprender com realização de atividades práticas com quatro espécies - cavalinha, guaco, alfazema e alfavaca-cravo. Outras 16 espécies foram apresentadas através de vídeos produzidos no Horto de Plantas Medicinais da Itaipu Binacional. Segundo Liziane, um dos objetivos do Programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional para 2015 é produzir mais de 70 vídeos das espécies produzidas no âmbito do Programa e assim obter um material que possa ser replicado de diversas formas.

O Encontro foi considerado um sucesso pela organização que estima a participação de cerca de 1.500 pessoas, incluindo 90 representantes de 17 países latino-americanos.

Conheça projetos em parceria com Itaipu e outros parceiros da RetiSFito. 

www.retisfito.org.br  

 

 

 

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Os médicos do Hospital Regional de Planaltina já sabem. Quando aparece alguém por lá com sintomas de resfriado, bronquite ou tosse, um remédio natural pode ser prescrito para ajudar - xarope de guaco. Se o assunto for incômodo muscular, a pomada da maria milagrosa faz valer o nome.

Compostos à base de espinheira santa e boldo são uma beleza para o estômago. O rigor científico, que se mistura ao saber da natureza, está a dez passos de distância: no Cerpis (Centro de Referência de Práticas Integrativas em Saúde), os remédios são oferecidos de graça, mediante receita.O centro é mantido pela Secretaria de Saúde desde 1983 e fica ao lado do hospital e do posto de saúde. 

Em 2014, foram distribuídos no Cerpis 4,2 mil medicamentos, totalizando 32 mil atendimentos. “Ao longo desses 30 anos, a adesão da comunidade foi surpreendente”, atesta, orgulhoso, o médico Marcos Freire, gerente do local. Todo o processo produtivo é feito no local. As plantas são recolhidas, deixadas para secagem em uma espécie de cabana feita com placas de zinco onde ficam por uma semana, em média, sob calor de 40º. Em seguida, as folhas ressecadas são levadas para o laboratório. 

A farmacêutica Isabele Aguiar, de apenas 26 anos, é a responsável pela manipulação há três anos. Até então, contudo, não dava muita atenção ao assunto. “Foi uma novidade que me encantou bastante. A gente sai engessado da faculdade, sai sem ver nada disso com profundidade, e a população valoriza muito. Uma frasquinho que a gente produz já deixa alguém alegre”, comenta.

Problemas A crise que afeta o sistema público de saúde não exclui, é claro, o Cerpis. Não existe mais, por exemplo, um jardineiro. “Cuidamos das plantas com ajuda de voluntários. Estamos na penúria”, comenta o gerente Marcos Freire. O local também precisa de reformas, já que a estrutura está ultrapassada. Os frascos dos remédios, cuja licitação foi feita em 2012, só chegaram no fim do ano passado. O jeito, em tempos de crise financeira, é apelar para
a ajuda da comunidade. “Esses dias estava faltando açúcar para fazer o xarope, e o pessoal trouxe dois pacotes”, comenta a farmacêutica.

Preconceito Segundo o médico, a desconfiança contra os remédios aparece, de vez em quando. “Existe muito preconceito, indisposição, que buscamos romper. Falam que é coisa da vovó, essas coisas”, comenta Marcos. “Mas a adesão da comunidade foi impressionante.” Depois de tanto tempo, o gerente só tem a celebrar: pelo menos a fitoterapia já foi regulamentada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que reconhece os benefícios das plantas e o inseriu no contexto do SUS (Sistema Único de Saúde). O sonho é continuar a expandir para que, em todo o hospital, também exista uma horta.

 

Texto: Fabiana Magalhães 

Fonte: http://www.readmetro.com

 

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As contribuições serão aceitas até 24/03/2015

 A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde submete à consulta pública monografias sobre plantas medicinais de interesse ao SUS. Pretende-se qualificar e consolidar o documento com o recebimento de contribuições do público interessado.

 As monografias elaboradas possuem informações voltadas ao uso medicinal das espécies, considerando todos os níveis de evidências científicas disponíveis na literatura atual. Após elaboração, as monografias passaram por um processo interno de avaliação por técnicos do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) para que então fosse submetida à Consulta Pública. As espécies sobre consulta pública nesta chamada são: Alpinia; Calendula officinalis;  Lippia sidoides; Plantago major; Plantago ovata; Polygonum; Schinus terebinthifolius;  Stryphnodendron adstringens; e Vernonia condensata.

Para a consulta pública, as contribuições deverão ser fundamentadas, inclusive com material científico que dê suporte às proposições. Deve ocorrer, quando possível, o envio da documentação de referência científica e, quando não for possível, o envio do endereço eletrônico da citada referência científica para verificação na internet.

As contribuição serão recebidas até 24/03/2015 pelo formulário Formulário.

http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php

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 As contribuições serão aceitas até dia 23 de janeiro de 2015

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde submete à consulta pública monografias sobre plantas medicinais de interesse ao SUS. Pretende-se qualificar e consolidar o documento com o recebimento de contribuições do público interessado.

 As monografias elaboradas possuem informações voltadas ao uso medicinal das espécies, considerando todos os níveis de evidências científicas disponíveis na literatura atual. Após elaboração, as monografias passaram por um processo interno de avaliação por técnicos do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) para que então fosse submetida à Consulta Pública. As espécies sobre consulta pública nesta chamada são: Alpinia; Calendula officinalis;  Lippia sidoides; Plantago major; Plantago ovata; Polygonum; Schinus terebinthifolius;  Stryphnodendron adstringens; e Vernonia condensata.

Para a consulta pública, as contribuições deverão ser fundamentadas, inclusive com material científico que dê suporte às proposições. Deve ocorrer, quando possível, o envio da documentação de referência científica e, quando não for possível, o envio do endereço eletrônico da citada referência científica para verificação na internet.

As contribuições devem ser feitas até 23/01/2015 e exclusivamente pelo Formulário.

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O Horto de Plantas Medicinais Abreu Matos da Universidade Federal do Ceará promove toda sexta-feira, das 8h às 12h, no Campus  do Pici Prof. Prisco Bezerra, a Feira de Plantas Medicinais. Aberta ao público, a feira oferece outras atividades de medição de pressão arterial e glicemia, oficinas, exibição de filmes sobre o Programa e os estudos sobre as plantas medicinais e distribuição de mudas.

O objetivo do evento é divulgar o conhecimento científico, além do uso racional e seguro das plantas medicinais. Participam da iniciativa farmacêuticos, agrônomos, químicos e técnicos.

Capacitação – O Horto de Plantas Medicinais Abreu Matos está recebendo pré-inscrições para curso de 40 horas sobre o cultivo de plantas medicinais, uso e preparação. Serão realizadas aulas teóricas e práticas no laboratório e nas salas do Horto.

Mais informações pelos telefones (85) 3366 9418 | 3366 9984 ou pelo email: 

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Esta monografia estuda a diversidade de plantas e seus usos pela comunidade Kaingang da Terra Indígena do Guarita – RS. Realizou-se levantamento etnobotânico a partir de três informantes-chave das comunidades de Pedra Lisa e Três Soitas. Foram analisados a forma de preparo e o modo de uso das plantas medicinais, além da parte da planta utilizada, bem como as compreensões e significações dos Kaingang frente à alimentação, plantas depurativas, plantas ritualísticas e repasse do conhecimento.
Publicado em Estudos e Pesquisas
O presente trabalho buscou avaliar o potencial do mercado internacional de plantas de uso farmacêutico, tendo em vista o Programa Bio-Fito, em desenvolvimento junto à Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O programa propõe ação estruturante para o desenvolvimento de atividades, de ensino, pesquisa e extensão em áreas relacionadas ao estudo da biodiversidade, tendo em vista a busca do desenvolvimento socioeconômico através da organização e do fortalecimento de cadeias produtivas.
Publicado em Estudos e Pesquisas