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Estão abertas as inscrições para o II Seminário de Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos que será realizado no dia 18 de maio, pelo Núcleo de Fitoterápicos (Nufito), da Secretaria da Saúde do Estado, na Casa José de Alencar, das 8 às 17 horas. Com 150 vagas disponíveis, o seminário é para os profissionais de saúde que trabalham com plantas medicinais e fitoterápicos nas Farmácias Vivas do Estado do Ceará. As inscrições podem ser realizadas pelos telefones (85) 3101-4364 e 3101-4187 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

Na programação, palestras, depoimentos e trocas de experiências sobre as farmácias vivas, hortos polos e arranjos produtivos locais com plantas medicinais e fitoterápicos; práticas integrativas e complementares; cultivo de plantas medicinais, além da apresentação e discussão sobre a vida e obra do Prof. Francisco José de Abreu Matos, idealizador do Projeto Farmácias Vivas.


Quando bem utilizadas e administradas por profissionais capacitados, as práticas naturais e complementares de saúde podem trazer grandes benefícios. O Nufito presta apoio técnico-científico e faz capacitação de pessoal para promover a fitoterapia em saúde pública no Ceará. As 30 espécies que integram a Relação Estadual de Plantas Medicinais (Replame) produzem fitoterápicos indicados como tranquilizantes, broncodilatadores, antissépticos, cicatrizantes, antiinflamatórios entre outras indicações. Plantas tradicionais da flora regional já são utilizados na produção dos fitoterápicos, entre elas babosa, capim santo, eucalipto, pau d’arco, confrei, romanzeira, malvariço, malva santa, alfavaca, aroeira, maracujá e goiabeira.


Pioneirismo

O Ceará foi pioneiro na regulamentação utilização, pelo SUS, de plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à fitoterapia. Decreto publicado no Diário Oficial do Estado, em janeiro de 2010, autorizou a Secretaria da Saúde “a implantar a política de incentivo à pesquisa, o desenvolvimento tecnológico, a produção e a inovação de produtos fitoterápicos, a partir da biodiversidade regional”. A política abrange plantas medicinais nativas e exóticas adaptadas, amplia as opções terapêuticas aos usuários do SUS, e ainda prioriza as necessidades epidemiológicas da população.

 

II Seminário de Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Inscrições abertas: (85) 3101-4364/ 3101-4187 e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Dia do seminário: 18 de maio de 2016
Horário: 8 às 17 horas
Local:  Casa José de Alencar - Av. Washington Soares, 6055, Messejana

06.05.2016


Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá / Helga Rackel ( Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / 85 3101.5221 / 3101.5220)
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Nos dias 07 e 08 de abril, aconteceu em Palmas, Estado do Tocantins, a 4a oficina de Análise e Mapeamento das Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O evento teve o apoio da Secretaria de Agricultura e Pecuária – SEAGRO-TO que foi responsável por convidar atores locais e também de outros Estados da região norte, como os Estados do Pará e de Rondonia, que também participaram da oficina.

Dentre os setores representados tivemos a participação do Governo, Universidades, Setor Empresarial e Mulheres Agricultoras Familiares e agroextrativistas.


O objetivo das Oficinas de Trabalho é realizar um diagnóstico participativo com atores da cadeia produtiva de Plantas Medicinais na Região Norte, identificando os gargalos e oportunidades para a orientação de estratégias de aprimoramento e fortalecimento das cadeias mapeadas, bem como ações de apoio que estimulem a sua sustentabilidade econômica, social e ambiental, promovendo a conservação do bioma e apoiando a formulação e a articulação das diversas de políticas públicas existentes para as populações do campo.

Durante a oficina, foi possível mapear a cadeia de valor de quatro espécies de plantas medicinais: a babosa, a hortelã, a sucupira e a macaúba. Essas espécies foram definidas a partir de critérios de levam em conta a viabilidade social, econômica e legal, buscando ampliar possibilidades de apoio para o crescimento e acesso aos mercados privados e públicos.

mapa


Durante a oficina formam-se grupos de trabalho compostos por atores que representam, na medida do possível, cada elo da cadeia, o que possibilita a troca de experiências e informações, contribuindo dessa forma para a adequação dos instrumentos e políticas públicas na área de plantas medicinais.

 

grupo

Os diagnósticos, a partir dos mapeamentos, possibilitam identificar atores envolvidos estratégicos nos elos das cadeias de valor e constitui uma atividade prospectiva que visa o aprimoramento da produção de plantas medicinais e fitoterápicos por meio da estruturação de uma redes de serviços.

As oficinas constituem, também, espaços de articulações interinstitucionais e intersetoriais,  sendo um momento apropriado para verificar as convergências de ações e políticas públicas transversais em todas as cadeias de valor, bem como os “espaços vazios” que impedem o desenvolvimento pleno dessas cadeias, devido a baixa capacidade de resposta das instituições governamentais e não governamentais, como, por exemplo, Universidades e Redes de Assistência Técnica, que parecem não estar atentos a essas demandas.


Assim, torna-se indispensável a articulação de atores estratégicos para a estruturação de uma rede de serviços, de comunicação e de informação, como proposto pela RetisFito, possibilitando assim, a difusão, a disseminação, a reaplicação e a troca de experiências entre os segmentos das cadeias de plantas medicinais no país. Além disso, será possível dar visibilidade às iniciativas dos Governos Federal, Estadual e Municipal, no que se refere ao fomento dessas cadeias, sejam em programas, projetos ou na execução de políticas públicas.


Durante a oficina de Palmas-TO, foi dado início à identificação de ações comuns entre as várias instituições presentes, como por exemplo, serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural, pesquisa e apoio a comercialização das plantas medicinais e fitoterápicos. Essa articulação, em rede, contribuirá para que essas atividades possam ser realizadas respeitando a autonomia de cada instituição e com foco naquilo que se tem de interesse comum para o fortalecimento de todos os setores envolvidos.

reuniao pos oficina

Sua principal missão é ter uma agenda positiva para o uso sustentável dos recursos naturais e acesso aos mercados no Estado do Tocantins, com vistas a ser ampliado para toda a região norte.

Participe dessa articulação acessando a Rede de Experiências, tecnologia e inovação em Saúde em www.retisfito.org.br, cadastre-se e compartilhe.

 

 

Texto:

Joseane Costa e Mônica Souza

Equipe Retisfito

www.retisfito.org.br

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Os projetos de plantas medicinais e fitoterápicos, das secretarias municipais e estaduais de saúde selecionados pelo edital nº2/2015 do Ministério da Saúde, receberam por meio do Fundo Nacional de Saúde o repasse referente ao valor de custeio em parcela única previsto no edital. No total, os 12 projetos selecionados receberam R$ 3,4 milhões. O recurso pode ser utilizado para a compra de insumos, materiais de consumo, contratação de pessoal e capacitação de profissionais.

O edital foi lançado pelo Ministério da Saúde em agosto de 2015 com o objetivo de fortalecer os projetos e aumentar a oferta de plantas medicinais e fitoterápicos com segurança, eficácia e qualidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta ação, está previsto ainda o repasse de recursos de investimento de R$ 594 mil que serão distribuídos entre os projetos selecionados e poderão ser utilizados na compra de mobiliário e equipamentos.

Entre as inscrições homologadas, 62 propostas participaram da seleção do edital que selecionou 12 projetos em três modalidades: assistência farmacêutica de plantas medicinais e fitoterápicos, arranjo produtivo Local em plantas medicinais e fitoterápicos e desenvolvimento e registro de fitoterápicos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do SUS (Rename) por Laboratórios Oficiais Públicos. Projetos de secretarias municipais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro foram selecionados.

“Desde 2012, o Ministério da Saúde tem apoiado projetos da cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos, por meio de editais. Com este repasse de R$3,4 milhões referente ao recurso de custeio, os municípios e estados já podem iniciar a execução do projeto.Com esta ação, queremos impulsionar a disponibilização de fitoterápicos no SUS, porque entendemos a importância deste recurso terapêutico para a população e para o país”, afirma a Coordenadora de Assistência Farmacêutica Básica do Ministério da Saúde, Noemia Tavares.

POLÍTICA NACIONAL - Em 2006 foi publicada a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, cujas diretrizes foram detalhadas no Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos de 2008. No Plano Plurianual – PPA 2012-2015 do Governo Federal –, foi destinado recurso específico para apoio ao uso de plantas medicinais e fitoterápicos no âmbito do SUS. Desde 2012, são 78 projetos apoiados, totalizando investimento superior a R$ 30 milhões.

Esses projetos visam fortalecer a cadeia produtiva nos municípios, estados e DF, especialmente a oferta de fitoterápicos aos usuários do SUS. Os 78 projetos, que já receberam recursos federais, encontram-se distribuídos por todas as regiões do país e foram estruturados a partir dos editais do Ministério da Saúde. Até o momento, são 31 iniciativas de arranjo produtivo local, 44 de assistência farmacêutica e 3 de desenvolvimento e registro sanitário de medicamentos fitoterápicos da Rename por laboratórios oficiais públicos.

Projetos Selecionados em 2015:

Modalidade 1 – Apoio à estruturação ou consolidação da Assistência Farmacêutica  em Plantas Medicinais e Fitoterápicos

SMS Ajuricaba/RS

SMS Antônio Prado/RS

SMS Belo Horizonte/MG

SMS Juiz de Fora/MG

SMS Lajeado/RS

SMS Ouro Preto/MG

SMS Santo Ângelo/RS

SMS São Pedro do Iguaçu/PR

Modalidade 2 – Apoio à estruturação ou consolidação de Arranjo Produtivo Local

SMS Itapeva/SP

SMS Toledo/PR

SMS Umuarama/PR

Modalidade 3 – Apoio ao desenvolvimento e registro sanitário de fitoterápicos da RENAME

SES Rio de Janeiro 

 Fonte: Ministério da Saúde
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Nesta quinta-feira (17), inicia a programação do 13º Encontro Cultivando Água Boa - Celebrando o Prêmio ONU-Água.

Serão apresentados durante a Oficina de Plantas Medicinais várias experiências, entre essas o Projeto de Mapeamento e diagnóstico para a articulação da base produtiva e tecnológica nacional em plantas medicinais e fitoterápicos, denvolvido pelo pela Fundação Oswaldo Cruz- Fiocruz em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário- MDA.

A apresentação trata-se dos resultados de Mapeamento e Análise das Cadeias de Plantas Medicinais e Fitoterápicos elaborados em oficinas realizadas no âmbito do Projeto, tendo como objetivo mapear, de forma participativa, a situação atual de algumas cadeias de valor de plantas medicinais e fitoterápicos incluídas nos arranjos produtivos locais (APLs) apoiados pelo Ministério da Saúde (MS)   e propor uma visão de futuro para estas cadeias, levando em consideração os gargalos e as oportunidades existentes, com o intuito de contribuir para a formulação de políticas públicas que orientem o estabelecimento de estratégias de melhoria e ações de apoio às cadeias e estimulem a sustentabilidade econômica, social e ambiental, promovendo a conservação do bioma. As oficinas já foram realizadas em Petropólis-RJ, Foz do Iguaçu-PR e Natal-RN, seguindo a programação em Palmas-TO, nos dias 7 e 8 de abril.

 

Sobre o Cultivando Água Boa

O Cultivando Água Boa parte do reconhecimento da água como recurso universal e, portanto, um bem pertencente a todos. Trata-se de uma estratégia local para o enfrentamento de uma das mais graves crises com as quais a humanidade já se defrontou: as mudanças climáticas, que põem em risco a sobrevivência humana e estão diretamente relacionadas com a água e seus usos múltiplos (a produção de alimentos e de energia, o abastecimento público, o lazer e o turismo). 

Para prevenir essas alterações no clima, o programa estabelece uma verdadeira rede de proteção dos recursos da Bacia Hidrográfica do Paraná 3, localizada no oeste do Paraná, na confluência dos rios Paraná e Iguaçu. 

Atualmente, são desenvolvidos 20 programas e 65 ações fundamentadas nos principais documentos planetários, emanados dos mais importantes fóruns de debates a respeito da problemática socioambiental. As ações vão desde a recuperação de microbacias e a proteção das matas ciliares e da biodiversidade, até a disseminação de valores e saberes que contribuem para a formação de cidadãos dentro da concepção da ética do cuidado e do respeito com o meio ambiente. 

Mais do que um projeto ambiental, o Cultivando Água Boa é um movimento de participação permanente, que envolve a atuação de aproximadamente 2 mil parceiros, dentre órgãos governamentais, ONGs, instituições de ensino, cooperativas, associações comunitárias e empresas. 

Em 2005, o reconhecimento mundial do Cultivando Água Boa foi comprovado com a conquista do prêmio Carta da Terra (Earth Charter + 5), entregue em Amsterdã, Holanda. De lá pra cá, o programa tem se firmado como um exemplo a ser seguido no que se refere ao desenvolvimento sustentável e à gestão participativa em projetos socioambientais. Uma iniciativa que prova que é possível compatibilizar desenvolvimento econômico com produção de energia e preservação do meio ambiente.

 Confira abaixo a programação do evento: http://www.cultivandoaguaboa.com.br/encontros/13-encontro-cab-celebrando-o-premio-onu-agua

 

Serviços:

Data: 17 e 18 de março

Local:Hotel Rafain Palace, Av. Olímpio Rafagnin, 2357 - Parque Imperatriz, Foz do Iguaçu - PR

 

Texto

Equipe Retisfito

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