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O elevado e crescente consumo de medicamentos no município de Dr. Maurício Cardoso sugere o uso irracional desses produtos, e nesse contexto é necessário criar alternativas terapêuticas qualificadas para inserção nos serviços de saúde do município. A fitoterapia é uma prática alternativa que contribui para o uso racional de medicamentos e plantas medicinais e reduz custos com assistência farmacêutica. Para contribuir com a inserção da Fitoterapia no SUS foi criada, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
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Congresso de Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde do Mercosul (12. : 2005 : Porto Alegre)

Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Semana Científica. (25. : 2005 set. : Porto Alegre, RS)

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Os antimoniais, drogas de escolha no tratamento da leishmaniose, apresentam bons resultados, porém com vários efeitos colaterais e registros de resistência. Nos últimos anos, vem ocorrendo um aumento na busca por novas drogas antiparasitárias a partir de extrações de plantas. Este trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito leishmanicida in vitro e in vivo, de duas substâncias isoladas de plantas medicinais, timol e lapachol, em relação aos antimoniais. Bem como comparar os resultados obtidos in vitro com a resposta terapêutica in vivo.
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Justicia pectoralis (Acanthaceae), conhecida popularmente como chambá, é uma erva empregada principalmente no tratamento da asma, sob a forma de preparações caseiras ou de fitoterápicos em Programas Governamentais de Fitoterapia. Além disso, essa espécie está na Relação de Plantas Medicinais de Interesse para o SUS (Renisus).
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Um estudo transversal sobre a utilização de medicamentos fitoterápicos nas Unidades Básicas de Atenção à Saúde da Família (UBASF) do município de Maracanaú-Ce foi realizado em duas etapas entre agosto de 2002 e janeiro de 2003; Primeiramente, foram entrevistados nas farmácias das UBASF, mediante questionário estruturado, 226 usuários maiores de 18 anos, com prescrição contendo medicamento fitoterápico; e posteriormente, utilizando-se metodologia qualitativa, foram selecionados 12 prescritores (6 médicos e 6 enfermeiros) e 12 usuários para um estudo aprofundado sobre a fitoterapia, considerando os aspectos sócio-culturais que envolvem tal prática.
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A Alpinia zerumbet é uma planta da família Zingiberaceae, denominada popularmente “colônia” no Nordeste do Brasil. É utilizada com fins medicinais no tratamento de hipertensão e tem sido estudada em relação as suas propriedades farmacológicas. Esta pesquisa teve por objetivo analisar o efeito farmacológico das frações hexânica (FHOEAz), clorofórmica (FCOEAz) e metanólica (FMOEAz) do óleo essencial da Alpinia zerumbet (OEAz) na reatividade vascular in vitro e nos parâmetros cardiovasculares in vivo.
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Este trabalho objetivou descrever as prescrições médicas de fitoterapia no Estado de Rondônia, considerando seus usos e notificações. Trata-se de um estudo retrospectivo, descritivo e transversal, a partir de coleta de informações em registro eletrônico de farmácias de manipulação de quatro municípios do Estado de Rondônia.
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Analisaram-se programas e ações de fitoterapia na atenção primária à saúde brasileira (APS) a partir da literatura. O metaestudo incluiu seis bases de dados, de 1988 a 2012, sendo registradas 24 publicações. A inserção da fitoterapia acontece a partir de motivações diversas: aumentar os recursos terapêuticos, resgatar saberes populares, preservar a biodiversidade, educação ambiental e popular, agroecologia e desenvolvimento social. Há uma ambivalência que ora pende para o reforço da autoatenção, as ações educativas, intersetoriais e a participação comunitária, constituindo-se em forma de cuidado e promoção da saúde; ora restringe o processo à incorporação de fitoterápicos manipulados ou industrializados à farmácia dos serviços de APS, para uso estritamente profissional. Ressalta-se uma visão ampliada da fitoterapia que incorpore esses dois enfoques, numa perspectiva de uma ecologia de saberes e práticas em saúde.

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homeEspaço plural de diálogo e de articulação voltado à difusão e à reaplicação de iniciativas na área das plantas medicinais, fitoterapia e fitoterápicos, a Rede de Experiências, Tecnologias e Inovação em Saúde (RETiSFito) pretende contribuir para a implementação das políticas nacionais de plantas medicinais e fitoterápicos e de práticas integrativas e complementares e para a ampliação da oferta de serviços no Sistema Único de Saúde. A rede é aberta à participação de pessoas, organizações da sociedade civil, universidades, institutos de pesquisa, empresas e órgãos governamentais interessados em desenvolver projetos e ações intersetoriais.

O portal, o Facebook e o Twitter da RETiSFito serão lançados durante o I Simpósio de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Estado da Bahia, de 16 a 18 de outubro, em Salvador. O evento promoverá a discussão entre gestores, profissionais de saúde, estudantes e usuários do SUS sobre necessidades e soluções para implantação da fitoterapia no SUS no Estado da Bahia.

Na ocasião, a coordenadora do projeto Joseane Costa fará a apresentação da RETisFito e suas mídias e a assessora técnica da Fiocruz Alice Branco apresentará o Banco de Banco de Práticas e Soluções em Saúde e Ambiente (IdeiaSUS), que permite o compartilhamento de práticas, ações, iniciativas, projetos e programas que tenham por finalidade o enfrentamento de problemas nos campos da saúde e ambiente, com foco no SUS.

Acesse:

www.retisfito.org.br

www.facebook.com/retisfito

https://twitter.com/retisfito

www.ideiasus.fiocruz.br

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O objeto deste estudo centrou-se nas práticas de uso de plantas medicinais e fitoterápicos por trabalhadores de uma equipe de saúde da família. O uso de plantas pela população é tradicionalmente disseminado e oficialmente reconhecido pela OMS e pelo Ministério da Saúde. O processo de trabalho em saúde e as ações de cuidado efetivamente empreendidas pelos trabalhadores são influenciados pelas práticas de saúde, que são práticas sociais e que se conformam a partir de um contexto sócio-histórico-econômico-político.
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