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A 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, cujo lema é “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”, é um evento estratégico entre ações e iniciativas para se atingir as metas de erradicação da extrema pobreza no país. 

Cerca de 2 mil convidados devem participar do evento. Todos os estados estarão representados, respeitando-se a diversidade e a pluralidade do país. Dois terços da delegação, formada pela sociedade civil, terá entre seus integrantes representantes indígenas, quilombolas, população negra, povos de terreiro, além de outros povos e comunidades tradicionais e a população em geral.

A 5ª Conferência Nacional terá presença de governadores, ministros de Estado, parlamentares e observadores. Também será prestigiada por convidados nacionais e internacionais. Trata-se de um evento de inegável importância na agenda nacional, com visibilidade política e repercussão nos meios de comunicação.

Como encontrar mais informações 

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) está com site novo, com mais recursos e melhor navegabilidade. No novo site oficial o Consea criou uma página específica para o grande eventos deste ano: a 5ª Conferência Nacional, que ocorre de 3 a 6 de novembro, em Brasília.

 Lá estão publicadas as exposições de motivos, recomendações, resoluções e todos os itens das plenárias, como as atas, as pautas e todos os documentos e apresentações. Também podem ser lidos artigos, notícias e entrevistas relacionadas ao universo da segurança alimentar e nutricional.

Os documentos produzidos até o momento já estão disponíveis: o decreto de convocação, o regimento e o caderno de orientações. Além desses, a página contém uma agenda com a programação das conferências estaduais.

Site do Consea/Conferência. 

Assista o vídeo "Comida de verdade" produzido para divulgação da Conferência

 

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Entre os dias 20 e 22 de abril foi realizado em Marechal Cândido Rondon, no Paraná, o IX Encontro Ampliado da Rede EcoVida de Agroecologia e o VII Encontro Regional de Agroeocologia. A programação foi vasta e incluiu Feira de Sementes, diversas atividades culturais, seminários e oficinas. Os seminários reuniram discussões em torno de temas como: agrobiodiversidade, agrotóxicos e saúde pública; políticas de abastecimento, mercados locais e institucionais; gênero, juventude e agroecologia, entre outros.

Dentre os temas das oficinas, esteve presente o das plantas medicinais. A “Oficina de Produção de Mudas de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares”, organizada pela Ação de Plantas Medicinais do Programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional, reuniu mulheres, homens e crianças para discutir e aprender sobre este tema. A Oficina aconteceu durante à tarde do dia 20 e contou com cerca de 40 inscritos oriundos de diversas localidades dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

“Tivemos também participantes do Estado do Mato Grosso e dois representantes da Costa Rica. A oficina teve como objetivo principal replicar o conhecimento sobre como produzir mudas de 20 espécies”, contou Liziane Kadine Antunes de Moraes Pires, uma das organizadoras da Oficina.

Objeto do Encontro - Fortalecer a Rede Ecovida de Agroecologia, reforçando a mobilização em torno da agroecologia através do convívio, do intercâmbio de experiências e da reflexão conjunta, assim como nos preparar e motivar para atuar nos espaços locais junto a agricultores, consumidores e poder público.

 Os participantes também puderam aprender com realização de atividades práticas com quatro espécies - cavalinha, guaco, alfazema e alfavaca-cravo. Outras 16 espécies foram apresentadas através de vídeos produzidos no Horto de Plantas Medicinais da Itaipu Binacional. Segundo Liziane, um dos objetivos do Programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional para 2015 é produzir mais de 70 vídeos das espécies produzidas no âmbito do Programa e assim obter um material que possa ser replicado de diversas formas.

O Encontro foi considerado um sucesso pela organização que estima a participação de cerca de 1.500 pessoas, incluindo 90 representantes de 17 países latino-americanos.

Conheça projetos em parceria com Itaipu e outros parceiros da RetiSFito. 

www.retisfito.org.br  

 

 

 

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Será lançado nesta terça-feira (25) de março, em Campina Grande, Estado da Paraíba, o projeto latino-americano Aliança pela Agroecologia, que reúne organizações sociais de sete países da América Latina dedicadas à promoção do desenvolvimento rural sustentável. 

Uma delegação de 13 representantes de organizações da Bolívia, Nicarágua, Paraguai, Guatemala, Equador e Colômbia participarão do painel na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), durante o seminário que abordará as trajetórias e desafios da agricultura familiar e da agroecologia.

Será lançado nesta terça-feira (25), em Campina Grande, Estado da Paraíba, . Uma delegação de 13 representantes de organizações da Bolívia, Nicarágua, Paraguai, Guatemala, Equador e Colômbia participarão do painel na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), durante o seminário que abordará as trajetórias e desafios da agricultura familiar e da agroecologia.

Os integrantes da delegação também participarão das demais atividades de lançamento do Projeto Aliança pela Agroecologia, que inclui visitas a experiências agroecológicas na região da Borborema e reuniões de planejamento. O Projeto tem como objetivo promover intercâmbio entre organizações da América Latina tendo em vista a análise e a produção de estudos que avaliem como governo e sociedade civil, nesses diferentes países, vêm se organizando para criar políticas para a promoção da agroecologia.

"Reunir esse grupo diversificado de organizações será uma grande oportunidade para aprofundarmos nossa visão sobre quais são os principais desafios para a criação de políticas de apoio à transição agroecológica e quais as principais conquistas e aprendizados já obtidos nesses países", avalia Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA.

O Projeto Aliança pela Agroecologia é uma iniciativa co-financiada pela União Europeia e terá duração de três anos.

Fonte: Adital

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O presente documento tem por objetivo iniciar uma discussão articulada no contexto da produção e utilização de plantas medicinais, aromáticas, condimentares e ornamentais como perspectiva de contribuição ao desenvolvimento sustentável da região de Corumbá-MS. A implantação do horto medicinal comunitário incentiva o resgate do saber popular, o desenvolvimento de pesquisas interdisciplinares, a utilização racional dos recursos naturais pantaneiros, a manutenção da biodiversidade, a consciência agroecológica da população local e, consequentemente viver com qualidade.
Publicado em Estudos e Pesquisas
Esta publicação visa sistematizar o conhecimento popular relativo ao uso de plantas medicinais mais citadas por agricultores ecológicos vinculados a ARPASUL – Associação Regional dos Produtores Agroecologistas da Região Sul do Rio Grande do Sul, relacionando este saber aos relatos e avanços de conhecimento obtidos em pesquisas científicas, sem o intuito de realizar qualquer indicação para o tratamento de doenças.
Publicado em Estudos e Pesquisas
Domingo, 19 Maio 2013 20:00

Caderno do Eucalipto

Com o auxílio dos preparados homeopáticos é possível produzir alimentos e madeira em harmonia com a natureza. O eucalipto responde muito bem à aplicação dos preparados homeopáticos.
Publicado em Cartilhas
Esse texto explicativo contém a dose certa de ânimo que a família necessita visando organizar e conduzir a horta familiar orgânica utilizando recursos naturais (inclusive a Homeopatia) orientada segundo as Leis da Natureza.
Publicado em Cartilhas
Quarta, 24 Abril 2013 16:26

Jovens na Agroecologia

28/02/2013 - Interessados em ter uma vida mais saudável, muitos jovens têm se identificado com os princípios da agroecologia. A Rede de Grupos de Agroecologia do Brasil (Rega) reúne estudantes de agronomia, engenharia florestal, biologia, geografia, entre outros cursos, engajados em movimentos em defesa do uso de sementes crioulas (selecionadas pelos produtores, sem modificações em laboratórios), da agricultura familiar e da reforma agrária.

Os grupos costumam ir ao campo para trocar conhecimento com os trabalhadores rurais, além de ajudá-los a plantar agroflorestas e a fazer casas de sementes. "Quando alguém estuda agroecologia, começa a ter um respeito muito grande pelo conhecimento popular, que não é nem melhor nem pior do que o da academia. O que se propõe é um diálogo de saberes que se complementam", diz o engenheiro agrônomo Denis Monteiro, secretário executivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA).

Muitos desses jovens decidem morar em áreas rurais, fazer horta, criação animal, plantio de frutíferas. Para os que já moram no campo, a ideia de continuar cuidando da plantação da família, trabalhando em condições dignas e sem contato com venenos, pode ser bem mais interessante do que migrar para as periferias das cidades. Além disto, a atividade permite a relação direta com os consumidores, nas feiras orgânicas e no abastecimento dos pequenos mercados. O objetivo da agricultura agroecológica é tornar a plantação equilibrada ambientalmente, com o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais. Experiências já comprovaram que é possível ter uma alta produtividade com diversidade do que é produzido, usando adubo natural, e o melhor: sem uso de veneno. Ou seja, os alimentos são orgânicos e, consequentemente, mais saudáveis.

Modelo agroquímico A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) reivindica políticas públicas para o estímulo das experiências agroecológicas e denuncia o avanço do modelo de agricultura industrial (agroquímico). O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e os agricultores estão intoxicados com os venenos e mais dependentes das multinacionais produtoras de pesticidas, fertilizantes químicos e sementes transgênicas (modificadas em laboratório). Segundo dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) divulgado em 2012, um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos e o contato direto com os venenos pode causar problemas respiratórios, alergias, câncer, entre outras enfermidades.

O modelo agroquímico gera desequilíbrio ambiental, desmatamento, assoreamento dos rios e expulsa os pequenos trabalhadores do campo. Ele trabalha em regime de monocultura, que é o plantio de uma única espécie em larga escala (como o milho ou a soja), aplicando fertilizante industrial, agrotóxico e queimada. Tudo isto enfraquece o solo. Segundo Denis Monteiro, com o tempo, é preciso aumentar a quantidade de fertilizantes e agrotóxicos. Já o sistema agroecológico, busca o equilíbrio do ambiente, e a produtividade aumenta. Além disto, diminui os custos porque elimina o uso de insumos externos, informa o agrônomo.

O modelo engloba qualidades importantes para esta geração, como biodiversidade, sustentabilidade e saúde. "É um mito dizer que se não fosse o agronegócio, não seria possível alimentar 7 bilhões de pessoas", diz Denis Monteiro. Valorização da diversidade Um dos programas que têm fortalecido a agroecologia no campo é a parceria das organizações de agricultores com o governo brasileiro. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) compra a produção de agricultores familiares e usa os alimentos na merenda das escolas e em outros programas de promoção da segurança alimentar.

O objetivo é aumentar a diversidade e estimular a produção de alimentos orgânicos. Em agosto de 2012, um decreto presidencial instituiu a Política Nacional de Agroecologia, e mostrou a importância da valorização da biodiversidade ao permitir que os agricultores comercializem sementes crioulas. Mas para Denis Monteiro, ainda falta pressão popular para que o governo invista na substituição do modelo agroquímico pelo agroecológico.

Fonte: Fiocruz Jovem

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O objetivo deste trabalho foi identificar, entre as plantas medicinais Ruta graveolens L. (Rutaceae), Artemisia abisinthium L. e A. verlotorum L. (Asteraceae), Stryphnodendron adstringens Mart. (Leguminosae), Baccharis trimera Less. (Asteraceae), Copaifera langsdorffii Desf. (Caesalpinaceae), Petiveria alliacea L. (Phytolaccaceae) e Chenopodium ambrosioides L. (Chenopodiaceae), qual (ais) possui (em) potencial inseticida para uso agrícola condizente com os princípios da Agroecologia.
Publicado em Trabalhos Acadêmicos
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