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Pronaf Agroecologia Cadernos da Agricultura Familiar -  Volume 1

Publicado em Cartilhas
Segunda, 09 Maio 2016 12:17

Boas Práticas de ATER

Boas Práticas de ATER

Assistência Técnica e Extensão Rural na prática
O livro que você tem em mãos mostra a riqueza e a diversidade da agricultura familiar
brasileira e como a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater) contribui
para este sucesso. Aborda-se o tema a partir da perspectiva de um serviço essencial para a
agricultura familiar: a Ater como política pública que o Ministério do Desenvolvimento Agrário
(MDA) oferta há 12 anos numa perspectiva gratuita e universal. Hoje existem 57 projetos em
desenvolvimento de Norte a Sul do País reconhecidos como práticas de excelência pelo MDA.
Esta obra, baseada na experiência do ministério com esta política, permite um maior
entendimento da vida no campo e ilustra o cotidiano de produção das mais de 5 milhões de
famílias agricultoras, ao mesmo tempo em que apresenta o trabalho prático do extensionista,
no ambiente da propriedade rural, na sua plenitude e dimensão basilar.
Estou certo de que será uma leitura frutífera e agradável para todos os interessados em
desenvolvimento rural e agricultura familiar.
Patrus Ananias
Ministro do Desenvolvimento Agrário

Acesse aqui:

http://retisfito.org.br/biblioteca-digital/item/649-boas-praticas-de-ater

Publicado em Notícias
Segunda, 09 Maio 2016 12:11

Boas Práticas de ATER

Publicado em Cartilhas

Nesta quinta-feira (17), inicia a programação do 13º Encontro Cultivando Água Boa - Celebrando o Prêmio ONU-Água.

Serão apresentados durante a Oficina de Plantas Medicinais várias experiências, entre essas o Projeto de Mapeamento e diagnóstico para a articulação da base produtiva e tecnológica nacional em plantas medicinais e fitoterápicos, denvolvido pelo pela Fundação Oswaldo Cruz- Fiocruz em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário- MDA.

A apresentação trata-se dos resultados de Mapeamento e Análise das Cadeias de Plantas Medicinais e Fitoterápicos elaborados em oficinas realizadas no âmbito do Projeto, tendo como objetivo mapear, de forma participativa, a situação atual de algumas cadeias de valor de plantas medicinais e fitoterápicos incluídas nos arranjos produtivos locais (APLs) apoiados pelo Ministério da Saúde (MS)   e propor uma visão de futuro para estas cadeias, levando em consideração os gargalos e as oportunidades existentes, com o intuito de contribuir para a formulação de políticas públicas que orientem o estabelecimento de estratégias de melhoria e ações de apoio às cadeias e estimulem a sustentabilidade econômica, social e ambiental, promovendo a conservação do bioma. As oficinas já foram realizadas em Petropólis-RJ, Foz do Iguaçu-PR e Natal-RN, seguindo a programação em Palmas-TO, nos dias 7 e 8 de abril.

 

Sobre o Cultivando Água Boa

O Cultivando Água Boa parte do reconhecimento da água como recurso universal e, portanto, um bem pertencente a todos. Trata-se de uma estratégia local para o enfrentamento de uma das mais graves crises com as quais a humanidade já se defrontou: as mudanças climáticas, que põem em risco a sobrevivência humana e estão diretamente relacionadas com a água e seus usos múltiplos (a produção de alimentos e de energia, o abastecimento público, o lazer e o turismo). 

Para prevenir essas alterações no clima, o programa estabelece uma verdadeira rede de proteção dos recursos da Bacia Hidrográfica do Paraná 3, localizada no oeste do Paraná, na confluência dos rios Paraná e Iguaçu. 

Atualmente, são desenvolvidos 20 programas e 65 ações fundamentadas nos principais documentos planetários, emanados dos mais importantes fóruns de debates a respeito da problemática socioambiental. As ações vão desde a recuperação de microbacias e a proteção das matas ciliares e da biodiversidade, até a disseminação de valores e saberes que contribuem para a formação de cidadãos dentro da concepção da ética do cuidado e do respeito com o meio ambiente. 

Mais do que um projeto ambiental, o Cultivando Água Boa é um movimento de participação permanente, que envolve a atuação de aproximadamente 2 mil parceiros, dentre órgãos governamentais, ONGs, instituições de ensino, cooperativas, associações comunitárias e empresas. 

Em 2005, o reconhecimento mundial do Cultivando Água Boa foi comprovado com a conquista do prêmio Carta da Terra (Earth Charter + 5), entregue em Amsterdã, Holanda. De lá pra cá, o programa tem se firmado como um exemplo a ser seguido no que se refere ao desenvolvimento sustentável e à gestão participativa em projetos socioambientais. Uma iniciativa que prova que é possível compatibilizar desenvolvimento econômico com produção de energia e preservação do meio ambiente.

 Confira abaixo a programação do evento: http://www.cultivandoaguaboa.com.br/encontros/13-encontro-cab-celebrando-o-premio-onu-agua

 

Serviços:

Data: 17 e 18 de março

Local:Hotel Rafain Palace, Av. Olímpio Rafagnin, 2357 - Parque Imperatriz, Foz do Iguaçu - PR

 

Texto

Equipe Retisfito

Publicado em Notícias

 

A fim de promover o fortalecimento de organizações econômicas da agricultura familiar, o Programa Nacional de Fomento e Fortalecimento do Cooperativismo e Associativismo Solidário da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Cooperaf) abre edital para a seleção de mil empreendimentos interessados em ter atendimento pelo Programa Ater Mais Gestão, de 2016 a 2018. Podem participar do edital, cooperativas e associações portadoras de DAP Jurídica. Os interessados precisam preencher o formulário e enviar até dia 20 de janeiro de 2016 pelos Correios ou pelo e-mail: editalmaisgestãEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

O programa Ater Mais Gestão leva Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), gratuita, específica à gestão de cooperativas e associações da agricultura familiar, com o objetivo de promover qualificação, organização social e inserção nos mercados institucionais e privados.

Segundo o coordenador-geral de Cooperativismo e Organização Econômica do MDA, Jurandi Gugel, o objetivo do edital é localizar os empreendimentos interessados nos serviços do programa e identificá-los. "Desde 2012, o Mais Gestão já atendeu a 471 cooperativas, beneficiando cem mil famílias. A previsão é para atender mil organizações, em 2016, aumentar para 1.500 em 2017, e chegar a duas mil, em 2018. Portanto, precisamos localizar e quantificar os interessados".

Entre os serviços ofertados aos empreendimentos estão: ferramentas de gestão, diagnóstico e plano de qualificação do empreendimento; orientação nas áreas contábil, financeira, comercial, organizacional, ambiental, marketing, agroindustrial; elaboração de projetos e prospecção de fontes de financiamentos/crédito; promoção comercial; ações de pesquisa e inovação nas áreas de gestão; articulação com outras organizações da agricultura familiar e representantes de governos, para participação em programas de compras institucionais de alimentos, mercados privados e diferenciados; metodologias de trabalho; e profissionais para apoio na execução de ações de aprimoramento nas unidades atendidas.

Os empreendimentos selecionados terão oferta imediata de serviços de formação em cooperativismo e capacitação técnica nas áreas de planejamento, gestão, organização social e comercialização.

Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelos telefones (61) 2020-0949 e 20200513.


Fonte: http://www.mda.gov.br

 

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Quarta, 09 Dezembro 2015 12:07

Cartilha - Fomento a Mulher

 

Enquanto as crianças se reúnem para brincar no quintal de casa, as mulheres usam o espaço para desenvolver atividades produtivas e sustentáveis que geram mais qualidade de vida e renda para a família. Para que cenas assim sejam cada vez mais comuns nos assentamentos espalhados pelo país, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) elaboraram cartilha para explicar tudo sobre o Fomento Mulher – linha do Crédito Instalação criada especialmente para as mulheres da reforma agrária. O material, disponível na internet, será entregue às participantes da 2ª Conferência Nacional de Ater para Mulheres, que ocorre em Brasília dias 10 e 11 de dezembro.

Com a cartilha, inspirada na literatura de cordel, as mulheres podem saber mais sobre o crédito, entender quais os critérios necessários para ser beneficiária e obter dicas de como investir o valor contratado. A diretora de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas (DPMRQ/MDA), Célia Watanabe, explica que o material faz parte de uma série de estratégias do governo federal para incentivar a autonomia econômica das mulheres nos assentamentos.

"Uma das sugestões que a cartilha traz é investir nos quintais produtivos. Com o crédito, as mulheres podem incrementar o quintal de suas casas, com hortaliças, plantas medicinais, frutas e criação de pequenos animais, por exemplo", reforça a diretora ao destacar que, a oferta de crédito também proporciona alimentação mais saudável para a família, além de garantir que produtos de qualidade cheguem à mesa da população local.

Oficinas já formalizaram 17 mil contratos

Além da cartilha, Incra e MDA também vão realizar oficinas estaduais com foco na iniciativa. O objetivo é capacitar os servidores para operacionalizar o crédito para as assentadas, mobilizar profissionais extensionistas, identificar limitações do programa e ouvir as demandas dos movimentos sociais.

De acordo com o coordenador geral de Infraestrutura e Crédito do Incra, Douglas Souza de Jesus, as oficinas realizadas nos últimos cinco meses já viabilizaram a formalização de 17 mil contratos do Fomento Mulher. "É um espaço onde os profissionais envolvidos poderão entender com clareza o decreto que regulamenta a linha de crédito e trocar experiências. Essa é uma ação importante, impacta diretamente no volume de contratos assinados".

Conheça o Fomento Mulher

A linha de crédito, específica para mulheres da reforma agrária, apoia projetos de segurança alimentar e nutricional até R$ 3 mil, com taxas de juros de 0,5% e aporte de 80% do Governo Federal – ou seja, as assentadas só precisam devolver ao banco 20% do valor do crédito atualizado. Além disso, elas têm até um ano para pagar.

Para saber mais sobre o fomento mulher, basta acessar a cartilha disponivel aqui.

 

Para saber mais sobre o Fomento Mulher, basta acessar a cartilha disponível aqui. - See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/mda-e-incra-lan%C3%A7am-cartilha-sobre-o-fomento-mulher#sthash.CNLjtJ35.dpuf
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Fonte: www.mda.gov.br

 

 

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Quarta, 09 Dezembro 2015 12:01

FOMENTO A MULHER

Enquanto as crianças se reúnem para brincar no quintal de casa, as mulheres usam o espaço para desenvolver atividades produtivas e sustentáveis que geram mais qualidade de vida e renda para a família.  Para que cenas assim sejam cada vez mais comuns nos assentamentos espalhados pelo país, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) elaboraram cartilha para explicar tudo sobre o Fomento Mulher – linha do Crédito Instalação criada especialmente para as mulheres da reforma agrária. O material, disponível na internet, será entregue às participantes da 2ª Conferência Nacional de Ater para Mulheres, que ocorre em Brasília dias 10 e 11 de dezembro.

Com a cartilha, inspirada na literatura de cordel, as mulheres podem saber mais sobre o crédito, entender quais os critérios necessários para ser beneficiária e obter dicas de como investir o valor contratado.  A diretora de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas (DPMRQ/MDA), Célia Watanabe, explica que o material faz parte de uma série de estratégias do governo federal para incentivar a autonomia econômica das mulheres nos assentamentos.

“Uma das sugestões que a cartilha traz é investir nos quintais produtivos. Com o crédito, as mulheres podem incrementar o quintal de suas casas, com  hortaliças, plantas medicinais, frutas e criação de pequenos animais, por exemplo”,  reforça a diretora ao destacar que, a oferta de crédito também proporciona alimentação mais saudável para a família, além de garantir que produtos de qualidade cheguem à mesa da população local.

Oficinas já formalizaram 17 mil contratos

Além da cartilha, Incra e MDA também vão realizar oficinas estaduais com foco na iniciativa. O objetivo é capacitar os servidores para operacionalizar o crédito para as assentadas, mobilizar profissionais extensionistas, identificar limitações do programa e ouvir as demandas dos movimentos sociais.

De acordo com o coordenador geral de Infraestrutura e Crédito do Incra, Douglas Souza de Jesus, as oficinas realizadas nos últimos cinco meses já viabilizaram a formalização de 17 mil contratos do Fomento Mulher. “É um espaço onde os profissionais envolvidos poderão entender com clareza o decreto que regulamenta a linha de crédito e trocar experiências. Essa é uma ação importante, impacta diretamente no volume de contratos assinados”.

Conheça o Fomento Mulher

A linha de crédito, específica para mulheres da reforma agrária, apoia projetos de segurança alimentar e nutricional até R$ 3 mil, com taxas de juros de 0,5% e aporte de 80% do Governo Federal – ou seja, as assentadas só precisam devolver ao banco 20% do valor do crédito atualizado. Além disso, elas têm até um ano para pagar.

Para saber mais sobre o Fomento Mulher, basta acessar a cartilha disponível aqui.

 

Ranyelle Andrade

Ascom/MDA

 

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Enquanto as crianças se reúnem para brincar no quintal de casa, as mulheres usam o espaço para desenvolver atividades produtivas e sustentáveis que geram mais qualidade de vida e renda para a família.  Para que cenas assim sejam cada vez mais comuns nos assentamentos espalhados pelo país, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) elaboraram cartilha para explicar tudo sobre o Fomento Mulher – linha do Crédito Instalação criada especialmente para as mulheres da reforma agrária. O material, disponível na internet, será entregue às participantes da 2ª Conferência Nacional de Ater para Mulheres, que ocorre em Brasília dias 10 e 11 de dezembro.

Com a cartilha, inspirada na literatura de cordel, as mulheres podem saber mais sobre o crédito, entender quais os critérios necessários para ser beneficiária e obter dicas de como investir o valor contratado.  A diretora de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas (DPMRQ/MDA), Célia Watanabe, explica que o material faz parte de uma série de estratégias do governo federal para incentivar a autonomia econômica das mulheres nos assentamentos.

“Uma das sugestões que a cartilha traz é investir nos quintais produtivos. Com o crédito, as mulheres podem incrementar o quintal de suas casas, com  hortaliças, plantas medicinais, frutas e criação de pequenos animais, por exemplo”,  reforça a diretora ao destacar que, a oferta de crédito também proporciona alimentação mais saudável para a família, além de garantir que produtos de qualidade cheguem à mesa da população local.

Oficinas já formalizaram 17 mil contratos

Além da cartilha, Incra e MDA também vão realizar oficinas estaduais com foco na iniciativa. O objetivo é capacitar os servidores para operacionalizar o crédito para as assentadas, mobilizar profissionais extensionistas, identificar limitações do programa e ouvir as demandas dos movimentos sociais.

De acordo com o coordenador geral de Infraestrutura e Crédito do Incra, Douglas Souza de Jesus, as oficinas realizadas nos últimos cinco meses já viabilizaram a formalização de 17 mil contratos do Fomento Mulher. “É um espaço onde os profissionais envolvidos poderão entender com clareza o decreto que regulamenta a linha de crédito e trocar experiências. Essa é uma ação importante, impacta diretamente no volume de contratos assinados”.

Conheça o Fomento Mulher

A linha de crédito, específica para mulheres da reforma agrária, apoia projetos de segurança alimentar e nutricional até R$ 3 mil, com taxas de juros de 0,5% e aporte de 80% do Governo Federal – ou seja, as assentadas só precisam devolver ao banco 20% do valor do crédito atualizado. Além disso, elas têm até um ano para pagar.

Para saber mais sobre o Fomento Mulher, basta acessar a cartilha disponível aqui.

Ranyelle Andrade

Ascom/MDA

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O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria, buscam informações sobre grupos formais e informais de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, assentados da Reforma Agrária e outros segmentos da Agricultura Familiar, com experiência em agricultura orgânica, que tenham interesse em obter a certificação por auditoria, em grupo, para produção orgânica.

Neste sentido, caso seja de seu conhecimento, solicitamos colaboração preenchendo o questionário no link http://goo.gl/forms/dCaiyPGX7c e/ou divulgando esta mensagem a possíveis interessados. Receberemos as informações continuamente, porém, pedimos que os questionários sejam respondidos, se possível, até dia 30/11/15. 

Caso não consiga acessar o link, favor contatar o email - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Cabe lembrar que essas informações nos auxiliarão no planejamento e execução de um projeto de abrangência nacional, não estabelecendo, neste momento, nenhum compromisso por parte do INT ou do MDA.

 

Fonte: MDA

 

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