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Acesse os estudos elaborados pelo Centro de Excelência Contra a Fome.

Os estudos fazem parte da Série Políticas Sociais e de Alimentação.

 

Estudo 1 - ABASTECIMENTO ALIMENTAR E COMPRAS PÚBLICAS NO BRASIL: UM RESGATE HISTÓRICO

Estudo 2 - MODALIDADES DE COMPRAS PÚBLICAS DE ALIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL

Estudo 3 - ESCALA DE COMPRAS PÚBLICAS DE ALIMENTOS NO BRASIL

 

 

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Ampliar e incentivar pesquisas técnico-científicas e o desenvolvimento de tecnologias no uso sustentável da biodiversidade. Para isso, foi firmado - nesta terça-feira (6), na cidade do Rio de Janeiro -, Acordo de Cooperação Técnica entre o Incra e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 
 
Entre as medidas previstas estão o aumento da produção de plantas medicinais e fitoterápicas, a estruturação de arranjos produtivos - para aumentar a geração de empregos, e a implementação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara).
 
“É um momento muito importante, pois é uma parceria que reafirma nosso compromisso no MDA. Essa é uma pesquisa que é feita em prol do povo, para o bem da população. Queremos produzir alimentos saudáveis. Temos que ser claros quanto à questão do uso abusivo de agrotóxicos e sementes transgênicas”, observou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, aos presentes, após assinar o documento no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
 
A presidente do Incra, Maria Lúcia Falcón, reafirmou a fala do ministro e complementou “que a expectativa é que o acordo traga benefícios aos assentamentos e a seus moradores”.
 
Segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, a fundação tem experiência no estudo e no combate ao uso de veneno na agricultura. “A Fiocruz tem um histórico consolidado de trabalho, com temas vinculados à agroecologia e à questão da saúde. O modo de produção agrário pode ser colocado como fator extremamente nocivo à saúde, como é o caso do uso de agrotóxicos”, disse Gadelha.
 
Diversidade terapêutica
De forma prática o Acordo de Cooperação Técnica entre o Incra e Fiocruz vai buscar atender as diretrizes das Políticas Nacionais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Política Nacional dos Povos da Floresta, Campo e Águas. 
 
Para isso, está previsto: 
- Ampliação das opções terapêuticas e melhoria da atenção à saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS);
- uso sustentável da biodiversidade brasileira;
- valorização e preservação do conhecimento tradicional das comunidades e povos tradicionais, em especial das assentadas da Reforma Agrária;
- fortalecimento da agricultura familiar;
- crescimento com geração de emprego e renda, redutor das desigualdades regionais;
- desenvolvimento tecnológico e industrial;
- inclusão social e redução das desigualdades sociais;
- participação popular e controle social.
 
Para a implementação das ações será elaborado um plano de ação a partir de diagnóstico participativo para orientar o desenvolvimento de plantas medicinais, fitoterápicos e afins. Será ainda dado apoio a estruturação de unidades produtivas e realização de acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações, projetos e programas relacionados à produção de plantas medicinais e fitoterápicas. (Material atualizado às 9h58min, de 07.10.2015)
 
Com informações da Ascom MDA.
 
Assessocia de Comunicação Social do Incra
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(61) 3411-7404
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Chegando a sua terceira edição, o Chamado da Floresta coloca a população das comunidades extrativistas no centro da discussão com objetivo de consolidar nas instâncias governamentais, agenda em prol do desenvolvimento de políticas públicas a favor do fortalecimento do extrativismo e da sustentabilidade das florestas. O III Chamado da Floresta é, sobretudo, o espaço de mobilização, proposição e debate da pauta extrativista, que define prioridades e agenda de negociação com as autoridades de Estado.

Fonte: http://memorialchicomendes.org/

 https://www.facebook.com/Memorial-Chico-Mendes-910340275700607/timeline/

 

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Projeto com estudantes de escola municipal beneficiará doentes em hospitais públicos

 

Filhos e filhas de agricultores estão resgatando suas raízes na Escola de Ensino Fundamental Benjamim Felisberto da Silva, localizada na comunidade Gruta D’Água, na zona rural de Arapiraca, Agreste de Alagoas.

No local os alunos lidam com a terra, cultivando principalmente plantas medicinais, que são usadas para a produção de medicamentos que irão atender a pacientes dos hospitais públicos da cidade.

“Eu sentia que faltava alguma coisa dentro da sala de aula que incentivasse meus alunos a estudar mais, a se interessar mais pela escola. Também queria um projeto que fizesse com que as crianças lidassem com a terra, como seus pais, e não ficassem apenas vislumbrando ir para a cidade, sem conhecer a riqueza que possuem dentro da sua realidade, aqui no campo. A lida com a terra tem sido prazerosa. Faz parte da realidade dessas crianças”, conta a professora Emanoele Karine.

“Foi quando surgiu o projeto ‘Farmácia Viva, Saúde que Vem da Terra’ e as crianças começaram a cultivar plantas, produzir mudas e aprender todas as disciplinas tendo a horta como base. Enquanto estamos mexendo com a terra, produzindo mudas e cuidando das plantas, eu ensino as crianças sobre matemática, português, história, geografia e ciências. Desde que começamos com o projeto que a média dos alunos melhorou. A média da escola melhorou”, continuou.

Segundo Emanoele, em 2011 o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) da escola teve a média de 3.4. Em 2013 aumentou para 3.7 e a perspectiva é que a Benjamim Felisberto atinja a média 5 em 2015.

Centenas de crianças de 4 a 14 anos de idade são beneficiadas com o projeto, que atende aos filhos dos moradores de cinco povoados localizados na zona rural de Arapiraca: Cajarana; Brejinho; Lagoa do Mato; Taboquinha e Gruta D’Água.

Rafael Pedro Lopes da Silva, de dez anos, é aluno do 4º ano do Ensino Fundamental. Ele conta que já tem sua própria horta em casa e que começou a cultivar as plantas depois do incentivo dado pela escola.foto2

Foto:Sandro Lima

Filhos e filhas de pequenos agricultores da zona rural de Arapiraca reencontram suas raízes com o projeto “Farmácia Viva, Saúde que Vem da Terra”, onde cultivam e produzem mudas de várias espécies de plantas medicinais

“Eu aprendi aqui na escola a produzir minhas mudas e já tenho em casa algumas plantas. Tenho alecrim, capim santo e manjericão para fazer chá quando alguém da minha família adoece”, conta o menino.

José Enoque dos Santos Júnior, também de dez anos e estudante do 4º ano, conta que ficou com mais vontade de estar na escola depois que conheceu o projeto e passou a cultivar as plantas medicinais.

“As aulas ficam mais interessantes. Eu gosto muito do ‘minhocário’ e de produzir novas mudas”, comenta a criança.

No final do ano as crianças levam 20 mudas de plantas para começarem a cultivar suas próprias hortas em casa. Os alunos da escola municipal também ficam com um caderno de registro, onde eles mesmos catalogaram plantas e estudaram os seus benefícios.

“Quem está no projeto desde o início já tem sua horta em casa. Queremos que eles se tornem grandes pesquisadores e possam ajudar a salvar muitas vidas com as plantas medicinais”, disse a professora Emaoele Karine.

“O projeto faz com que essas crianças continuem no campo, deem valor à terra e também faz com o nosso aluno perceba que ele não precisa deixar a zona rural para se tornar um grande profissional, um médico ou engenheiro. Aqui eles têm acesso a uma boa educação e é muito prazeroso ver como eles gostam de estar na escola e principalmente ver que eles estão se reconhecendo como pessoas do campo, retomando suas raízes”, continuou. 

Entre as plantas cultivadas pelas crianças estão a unha de gato, babosa, guaco, espinheira santa e hortelã. Segundo a professora Emanoele, as plantas podem ser usadas no tratamento contra gastrite, úlcera, resfriados, tosse, problemas respiratórios, ferimentos, queimaduras e até prevenir contra ataques do coração.

Ainda de acordo com a professora, todas as plantas são orgânicas, ou seja, não são utilizados agrotóxicos no cultivo da horta na escola.

“Não temos apenas plantas medicinais. Aproveitamos todo o espaço para plantar também frutas, verduras e legumes. Não usamos nenhum tipo de agrotóxico. Para espantar as pragas usamos uma planta chamada nim indiano. Misturamos com água e pulverizamos as plantações três vezes por semana. Isso garante que nossa horta cresça saudável e totalmente orgânica”, explica.

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Foto: Sandro Lima

Rafael Pedro, de 10 anos, conta que tem a sua própria horta em casa para poder tratar dos seus familiares

 

“Por conta desse cultivo, até a alimentação dos alunos melhorou. Apesar de serem filhos de agricultores, eles não tinham o costume de comer salada, e agora comem com gosto, porque são eles quem plantam. As famílias do campo costumam se alimentar com o básico que é o feijão, o arroz, a carne e a  farinha. Agora as crianças estão levando o costume de comer salada para casa”, continuou.

 

Ministério da Saúde investe na Farmácia Viva das crianças

O projeto recebeu recursos do Ministério da Saúde para que fosse ampliado e com isso, a fabricação de medicamentos aumentasse, podendo atender aos pacientes dos hospitais públicos que sofrem principalmente com problemas respiratórios.

 “Conseguimos a aprovação do projeto no Ministério da Saúde com o projeto de assistência farmacêutica e recebemos uma verba de 294 mil reais para investir no cultivo das plantas medicinais e na fabricação dos medicamentos. As crianças cultivam, produzem novas mudas, e as plantas são levadas para outra escola municipal, onde temos um laboratório que será ampliado com o recurso”, explicou a coordenadora Ednalva Pinheiro.

A escola municipal onde os medicamentos são produzidos é o Centro de Apoio às Escolas do Campo, também localizada na zona rural de Arapiraca.

Com o recurso recebido pelo Ministério da Saúde, o laboratório será ampliado e a quantidade de medicamentos, pomadas e sabonetes medicinais será aumentada. Equipes das Secretarias Municipais de Educação, Saúde e Agricultura de Arapiraca realizam um trabalho conjunto para a realização de cada etapa do projeto.

“Os alunos cultivam as plantas e as equipes de profissionais das secretarias da Educação, Saúde e Agricultura de Arapiraca trabalham na produção de xaropes, pomadas e sabonetes que serão utilizados no tratamento de pacientes do SUS”, explicou a coordenadora.

Ednalva Pinheiro conta ainda que o projeto já recebeu vários prêmios nacionais pelo incentivo dado às crianças do campo e está incluso na cartilha do Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef).

 

SUSTENTABILIDADE

 

Não é só a cultivar plantas medicinais que as crianças das duas escolas municipais de Arapiraca estão levando para o seu dia a dia.

“Nós temos uma caixa d’água com capacidade para armazenar 52 mil litros de águia de chuva, que é reaproveitada na escola Benjamim. Na época de estiagem, somos abastecidos com carro-pipa. Também temos um fogão solar para economizar gás. Agora queremos reaproveitar a água servida, aquela da cozinha, para regar a horta”, explica Edinalva Pinheiro.

A coordenadora conta também que os alunos fazem arte com material reciclado. No Centro de Apoio às Escolas do Campo, Edinalva mostrou o reaproveitamento de garrafas pet para a criação de hortas verticais e lixeiras. Também mostrou a arte em pneus, transformados em animais que enfeitam toda a área externa da escola municipal.

“A intenção é conscientizar essas crianças para o cuidado com o meio ambiente, principalmente porque o homem do campo depende da terra para sobreviver. Da terra limpa, do rio limpo, e esses meninos e meninas vão crescer conscientes do seu papel de preservar a natureza”, opina Edinalva.

“O limite da fitoterapia são as doenças incuráveis”

Para a médica homeopata Lílian Espindola o projeto da Escola de Ensino Fundamental Benjamim Felisberto da Silva não traz benefícios apenas para o desenvolvimento e resgate das raízes dos alunos da zona rural de Arapiraca. Ela aponta também os benefícios levados para os pacientes que serão tratados com os medicamentos fabricados a partir das plantas cultivadas pelas crianças.

 “A fitoterapia é uma prática natural e que beneficia muito os pacientes portadores de várias doenças. A prática ainda é usada como um tratamento complementar, mas costumamos dizer que o limite da fitoterapia são as doenças incuráveis. Qualquer doença pode ser tratada com os princípios ativos das plantas”, explica a médica.

 “A fitoterapia é um tratamento eficiente e duradouro e evita que o paciente parta para tratamentos invasivos. Pode ser sempre a primeira escolha de tratamento para a família do paciente, que tenha consciência dos benefícios que as plantas medicinais podem trazer”, continuou.

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Foto: Sandro Lima

Para médica homeopata, o tratamento com plantas medicinais trará muitos benefícios aos pacientes do SUS

De acordo com Lílian Espíndola, cerca de 40 espécies de plantas medicinais já tiveram o seu benefício comprovado cientificamente em tratamentos médicos.

“As plantas são excelentes para o tratamento de problemas respiratórios, ajudam a aumentar a imunidade, atuam como anti-inflamatórios, contra alergias, problemas gástricos, de pele, cicatrização de ferimentos entre tantos outros benefícios. É uma riqueza de ações de combate a doenças”, afirma a médica homeopata.

Lílian também vê com entusiasmo o resgate das crianças do campo às suas raízes.

“É uma integração de culturas, de gerações. Os avós dessas crianças com certeza já tratavam de muitas doenças usando plantas medicinais e o seu conhecimento passado de geração para geração. Levar essas crianças de volta para essa realidade é muito bom, é um resgate das nossas tradições”, conclui.

“Projetos assim podem diminuir a favelização das grandes cidades”

Há cerca de 40 anos os moradores do campo migraram para as grandes cidades em busca de uma “vida melhor”. Muitos nordestinos se mudaram com a família para São Paulo por conta da ideologia histórica de que é na cidade que estão as grandes oportunidades.

A opinião é do cientista social Jorge Vieira, que conta que, naquela época, a vida no campo foi praticamente abandonada.

“O processo de industrialização levou os homens do campo para a cidade grande. As pessoas sempre tiveram essa visão voltada para o urbano como sendo um lugar melhor para se viver, onde se tem acesso à educação e à saúde de qualidade. Mas são projetos como o da escola de Arapiraca que podem resgatar as raízes dessas crianças que nascem na roça”, opina Vieira.

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Foto: Sandro Lima

Com as plantas cultivadas pelas crianças são produzidas pomadas, xaropes e sabonetes medicinais

Para o cientista social, o êxodo rural teve um impacto perverso na sociedade e principalmente no processo de urbanização das cidades.

“O mundo rural foi todo para a cidade grande procurar emprego e isso resultou na favelização dos grandes centros urbanos. As pessoas saíam do campo sem estudo e sem capacitação profissional, e muitos não foram absolvidos pelo mercado de trabalho. Projetos que incentivam o homem do campo a permanecer na zona rural possuem um papel muito importante no processo de formação dessas pessoas, da valorização da sua raiz, das suas tradições e do seu lugar”, comenta.

Jorge Vieira acredita que o poder público deve investir mais nesse tipo de projeto, principalmente nas escolas localizadas na zona rural.

“A agricultura familiar é muito importante para manter essas famílias no campo. O investimento em escolas e hospitais na zona rural também. Mas um grande problema encontrado especificamente em Alagoas é que o poder econômico está com os grandes latifundiários, com os donos de terras. O homem do campo acaba se tornando mão de obra barata e isso dificulta o desenvolvimento das famílias de pequenos agricultores”, afirma Vieira.

“O poder público deveria realizar um estudo mais aprofundado sobre as potencialidades do nosso estado. Os gestores deveriam investir cada vez mais na agricultura, na pesca e no turismo, dependendo da realidade de cada região. Essas iniciativas fariam com que o povo continue morando na sua cidade, na zoa rural. É preciso começar pelas crianças, para que elas percebam a grande diversidade que existe na sua terra e não sintam vontade de ir embora para a cidade grande. Para que elas vejam que é possível viver com dignidade nas suas localidades. Isso faria com que as favelas esvaziassem cada vez mais”, concluiu.

 

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Foto;Sandro Lima

As crianças que participam do projeto estão cada vez mais interessadas nas aulas e rendimento escolar aumentou

 

Fonte: http://www.tribunahoje.com/

Thayanne Magalhães / Tribuna Independente

 

 

 

 

 

 

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Diversas oficinas acontecem na 9ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas (9ª RTEPB) na sexta-feira (10). O evento acontece no Galpão Crioulo do Camping e desde a quarta-feira (09) reúne trabalhadores, voluntários e simpatizantes da área da saúde, educação e agricultura para abordar a situação e as perspectivas futuras sobre a produção de plantas bioativas. Inscrições gratuitas podem ser feitas durante o evento.

 

Confira as oficinas com turmas disponíveis para sexta-feira (11):

- Plantas ritualísticas: roda de conversa que aborda o uso  de plantas medicinais nas diversas correntes étnicas e religiosas como nas culturas  afro-brasileiras; mbyá-guarani; e tradições de benzedeiras.  Horário: das 08h30min às 11h

- Saúde Integral: mente, corpo e espírito: Conduzida pelo psicólogo Vilnei Roberto Varzim, a oficina busca discutir e refletir sobre o que é saúde integral e os processos de doença e  cura  através do entendimento do corpo, mente e espírito. Horário: 14h às 16h30min.

- Propriedades Terapêuticas dos Óleos Essenciais Nativos e exóticos: Trabalhar a identificação botânica; apresentação das espécies; propriedades terapêuticas; e fitomedicina dos óleos essenciais nativos e exóticos e de plantas aromáticas. Horário: 08h30min às 10h15min – primeira turma; 14h às 15h45min – segunda turma.

- Plantas alimentícias não-convencionais (PANCs): Nesta oficina os participantes terão a oportunidade de refletir sobre a importância do cultivo em escala pessoal, familiar ou coletiva. Realizada pelo Quintal Comestível, durante a oficina acontece uma rápida coleta no local e preparo das plantas para degustação. Horários: 16h às 17h45min.

- Plantas medicinais nativas do Bioma Pampa: Aprender a identificar plantas nativas do bioma Pampa, suas propriedades medicinais, procedimentos de uso das espécies selecionadas e uso sustentável dos recursos do bioma. Plantas incluídas na oficina: Tarumã; Erva-baleeira; Guaçatonga; Japecanga.  Horário: 08h30min às 10h15min – primeira turma; 14h às 15h45min – segunda turma.

- Homeopatia Popular: Nesta oficina serão abordados a história da homeopatia, seus princípios e aplicação prática da homeopatia na produção animal.  Prática de produção de medicamento para que os participantes entendam a facilidade de acesso a esse tipo de tratamento. Horário: 16h às 17h45min.

- Identificação de Plantas bioativas: Abordar questões cientificas e culturais relacionadas à identificação de plantas, dando orientações quanto à coleta e uso das informações botânicas. Horário: 16h às 17h45min.

- Plantas medicinais de uso animal: Uso de plantas bioativas na formulação de produtos para uso animal. Plantas e suas indicações; cuidado com as plantas; e formas de preparo e receitas de pomada, tintura e selante. Horário: 16h às 17h30min.

- Plantas tóxicas: Abordar as principais plantas tóxicas que causam prejuízos econômicos na produção pecuária, na região sul assim como os aspectos epidemiológicos, clínicos e patológicos das intoxicações por plantas em bovinos, ovinos e eqüinos.  Horário: 10h30min às 12h15min – primeira turma; e das 16h às 17h45min – segunda turma.

- Aromaterapia: definição de aromaterapia e o tratamento pelos óleos essenciais, substâncias extremamente concentradas e voláteis, de origem vegetal. Principais vias de aplicação  da aromaterapia. Memória olfativa e plantas usadas na aromaterapia.

- Jardins funcionais terapêuticos: Abordar os conceitos de ação,cultivo e trabalho com plantas e sua atuação na saúde física e mental  do ser humano.  Técnicas básicas de paisagismo e organização de canteiros e jardins utilizando plantas medicinais e bioativas. Horário: 10h30min às 12h.

- Biofertilizantes: Abordar aspectos teóricos e práticos sobre a produção  e o  manejo  de biofertilizantes utilizados na agricultura de base ecológica e produção de uma receita de biofertilizante. Horário: 14h às 15h45min.


Fonte:

Prefeitura de São Lourenço do Sul
Departamento de Comunicação (DECOM)
(53) 3251-9500 / Ramal: 9509
www.saolourencodosul.rs.gov.br
twitter.com/decomsls
facebook.com/prefeiturasls

 

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Um tema que ganha força nos debates atuais - “Maconha: usos, políticas, saúde e direitos” - foi debatido no programa “Sala de Convidados” do Canal Saúde da Fiocruz.  O assunto também foi discutido no início deste mês no Seminário Internacional Maconha: Usos, Políticas e Interfaces com a Saúde e Direitos, promovidopela Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS) e pelo Centro de Estudos Estratégicos (CEE) da Fundação, em parceria com os fóruns de Direitos Humanos e de Direito e Saúde, contando com a participação de representantes de organizações da sociedade civil, órgãos de saúde e governos brasileiro e uruguaio.

No centro do debate o desafio do Brasil em transformar a maconha em um tema de saúde e não de justiça.

Confira no programa a opinião de Pilar Belmonte, ex-coordenadora de saúde mental do município do Rio de Janeiro e professora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz;  Ana Paula Pelegrino, pesquisadora do Instituto Igarapé; e Valcler Rangel, Vice-presidente da VPAAPS/Fiocruz. 

http://www.canal.fiocruz.br/video/index.php?v=Maconha-Usos-Politicas-Saude-e-Direitos-SDC-0308

 

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Os médicos do Hospital Regional de Planaltina já sabem. Quando aparece alguém por lá com sintomas de resfriado, bronquite ou tosse, um remédio natural pode ser prescrito para ajudar - xarope de guaco. Se o assunto for incômodo muscular, a pomada da maria milagrosa faz valer o nome.

Compostos à base de espinheira santa e boldo são uma beleza para o estômago. O rigor científico, que se mistura ao saber da natureza, está a dez passos de distância: no Cerpis (Centro de Referência de Práticas Integrativas em Saúde), os remédios são oferecidos de graça, mediante receita.O centro é mantido pela Secretaria de Saúde desde 1983 e fica ao lado do hospital e do posto de saúde. 

Em 2014, foram distribuídos no Cerpis 4,2 mil medicamentos, totalizando 32 mil atendimentos. “Ao longo desses 30 anos, a adesão da comunidade foi surpreendente”, atesta, orgulhoso, o médico Marcos Freire, gerente do local. Todo o processo produtivo é feito no local. As plantas são recolhidas, deixadas para secagem em uma espécie de cabana feita com placas de zinco onde ficam por uma semana, em média, sob calor de 40º. Em seguida, as folhas ressecadas são levadas para o laboratório. 

A farmacêutica Isabele Aguiar, de apenas 26 anos, é a responsável pela manipulação há três anos. Até então, contudo, não dava muita atenção ao assunto. “Foi uma novidade que me encantou bastante. A gente sai engessado da faculdade, sai sem ver nada disso com profundidade, e a população valoriza muito. Uma frasquinho que a gente produz já deixa alguém alegre”, comenta.

Problemas A crise que afeta o sistema público de saúde não exclui, é claro, o Cerpis. Não existe mais, por exemplo, um jardineiro. “Cuidamos das plantas com ajuda de voluntários. Estamos na penúria”, comenta o gerente Marcos Freire. O local também precisa de reformas, já que a estrutura está ultrapassada. Os frascos dos remédios, cuja licitação foi feita em 2012, só chegaram no fim do ano passado. O jeito, em tempos de crise financeira, é apelar para
a ajuda da comunidade. “Esses dias estava faltando açúcar para fazer o xarope, e o pessoal trouxe dois pacotes”, comenta a farmacêutica.

Preconceito Segundo o médico, a desconfiança contra os remédios aparece, de vez em quando. “Existe muito preconceito, indisposição, que buscamos romper. Falam que é coisa da vovó, essas coisas”, comenta Marcos. “Mas a adesão da comunidade foi impressionante.” Depois de tanto tempo, o gerente só tem a celebrar: pelo menos a fitoterapia já foi regulamentada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que reconhece os benefícios das plantas e o inseriu no contexto do SUS (Sistema Único de Saúde). O sonho é continuar a expandir para que, em todo o hospital, também exista uma horta.

 

Texto: Fabiana Magalhães 

Fonte: http://www.readmetro.com

 

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A biodiversidade tem sido apontada como um elemento de importância estratégica devido, entre outros fatores, ao seu potencial como fornecedora de matéria-prima para diversos setores da economia. Diante deste quadro, mas também do de destruição deste patrimônio, têm se inserido muitas das atuais estratégias de empresas, as quais vêm procurando acompanhar e aproveitar o desenvolvimento de novas oportunidades tecnológicas abertas pelos mercados de produtos obtidos de forma ambientalmente responsável.
Publicado em Trabalhos Acadêmicos
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