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O uso de plantas medicinais para tratamento dos males da saúde está disseminado não só nas áreas rurais como também nas áreas urbanas do território brasileiro. O significado econômico destas plantas medicinais, usadas no atendimento das necessidades básicas de saúde, para as economias domésticas da parte socialmente vulnerável da população, ainda é pouco investigado. Muitas espécies vegetais são comercializadas na cidade de Belém por erveiros em mercados ou feiras livres da cidade.

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Amazônia brasileira oferece um apreciável potencial de plantas com propriedades terapêuticas, embora a maioria seja pouco conhecida. Dessa forma, com o objetivo de verificar a potencialidade nutricional de ervas medicinais, determinou-se a concentração de Ca, Mg, Fe, Cu e Zn nas folhas e nos chás das espécies: Piper callosum Ruiz & Pav., Piperaceae, Mikania lindleyana DC., Asteraceae e Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verl., Bignoniaceae.

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No município de IgarapéMiri, como em todo o estado do Pará, é comum o uso de plantas medicinais para o tratamento de muitas doenças. Da mesma maneira, em vários estados do país se têm registrado programas oficiais de plantas medicinais e para mapear as espécies vegetais utilizadas na fitoterapia popular aplicamse metodologias etnoorientadas tais como a etnobotânica e a etnofarmacologia, principalmente.
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O uso de plantas medicinais no Munic ípio de Benevides: Elaboração do Memento Fitoterápico e Introdução da Política de Plantas Medicinais no Município de Benevides é um trabalho, desenvolvido com o objetivo de levantar as espécies vegetais utilizadas por usuários do SUS e profissionais de saú de, integrados na Estratégia Saúde da Família do município de Benevides, com vistas à elaboração do Memento Fitoterápico do município, como primeiro passo para a institucionalização da Política Municipal de Plantas Medicinais.
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Estudo de caso desenvolvido através de pesquisa participante com população assistida pelo Programa de Saúde da Família-PSF, em Porto Alegre, RS, em que buscou-se, através de estudo de base etnográfica, conhecer práticas tradicionais sobre cultivo e uso de plantas medicinais. Os dados foram coletados pela técnica de amostragem ‘bola de neve’, em quatro comunidades, complementados com entrevista semi-estruturada com 49 informantes, reconhecidos como especialistas tradicionais. Os resultados mostraram que 69% dos informantes são de procedência rural, 90% mulheres com idade entre 33 a 100 anos, 55% com ensino fundamental incompleto, de múltiplas etnias, morando em Porto Alegre há mais de 15 anos. Foram identificadas 192 espécies com indicativo medicinal.
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O emprego de plantas medicinais para o tratamento e a cura de doenças é prática tão antiga quanto a história do homem. A arte de benzedores, curandeiros e xamãs, herdada dos magos e feiticeiras de tempos antigos, encontra-se hoje em teste nos laboratórios científicos. Várias áreas de pesquisa têm buscado avaliar experimentalmente a veracidade das informações sobre as virtudes das plantas medicinais, com base em conhecimentos adquiridos e consolidados durante milhares de anos e repassados através de gerações por aqueles que são os ancestrais da ciência moderna.
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Trabalhos sobre coleta, avaliação e propagação de plantas, incluindo as medicinais, têm sido realizados na Amazônia por vários pesquisadores (l,e Cointe,1934; Ducke, 1946; Lima e Costa, 1997). Entretanto, as coleções de trabalho oubancos de germoplasma existentes são insignificantes para a quantidade de plantas medicinais que ocorrem na Amazônia. Do mesmo modo, as informações disponíveissobre essas plantas no aspecto agronômico, morfológico e fitoquímico são incipientes para se diagnosticar o valor socioeconômico de cada espécie.
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As plantas medicinais, aromáticas e condimentares são consideradas de uso múltiplo por apresentarem diversas utilidades como a capacidade dos compostos bioativos presentes nestas plantas em controlar várias doenças. Estes compostos podem agir de forma direta sobre os patógenos, inibindo a germinação e o crescimento, ou de forma indireta, ativando o sistema de defesa natural das plantas.
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Esta publicação visa sistematizar o conhecimento popular relativo ao uso de plantas medicinais mais citadas por agricultores ecológicos vinculados a ARPASUL – Associação Regional dos Produtores Agroecologistas da Região Sul do Rio Grande do Sul, relacionando este saber aos relatos e avanços de conhecimento obtidos em pesquisas científicas, sem o intuito de realizar qualquer indicação para o tratamento de doenças.
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Este documento apresenta informações sobre as indicações medicinais e as formas de preparo de plantas medicinais utilizadas na terapêutica etnoveterinária praticada na Ilha do Marajó, Amazônia Oriental, Brasil. Esse trabalho apresenta também as descrições botânicas detalhadas das principais espécies utilizadas.
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