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Representantes de instituições do governo e da sociedade civil de cinco estados mais o Distrito Federal (DF) se preparam para a criação do Plano de Ação Estratégico para o Apoio às Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Um encontro realizado nesta semana, em formato de oficina, deu o start nos trabalhos. Essa é mais uma etapa do Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que chega ao fim em 2016, após dois anos de promoção da saúde e inclusão produtiva com foco na agricultura familiar. 

O Plano de Ação será montado a partir dos resultados apresentados do Projeto de Fortalecimento. As metas, ações e atividades serão definidas de forma participativa. Ontem e hoje, os participantes se encontram no Centro de Convenções Israel Pinheiro, no Lago Sul, e formaram Grupos de Trabalho. O ponto de partida será o cenário das cadeias mapeadas nas diferentes regiões do país. Os resultados da oficina de encerramento serão utilizados para a construção de um novo projeto. 

Segundo o secretário substituto da Secretaria de Agricultura Familiar (Saf), Everton Ferreira, foi feito o trabalho amplo na parte de saúde, alimentação e mapeamento de plantas medicinais, onde vários pontos foram levantados no sentido de aumentar a produção dos agricultores familiares e ter outras alternativas de mercado e de comercialização. “Agora iremos propor novas ações. Mas foi um projeto muito interessante, com ajuda da Fiocruz, com ótimos resultados”, explica Everton.

Saldo positivo

O Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos envolveu representantes de associações produtoras, entidades do setor, governo e agora, ao fim do projeto, foi apresentado o saldo do trabalho. Doze espécies de plantas medicinais e fitoterápicas foram mapeadas; uma Rede de Tecnologia Social e Inovação foi criada e está em funcionamento, além da elaboração de uma proposta de legislação para as plantas medicinais e fitoterápicas analisadas, que foi entregue ao Ministério da Saúde.

Para a consultora da Saf Daniella Vasconcelos, o resultado Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos não poderia ter sido melhor. “O saldo é muito positivo e está dentro do que esperávamos”, pondera a consultora. Daniella explica que o objetivo agora é construir um novo Termo de Execução Descentralizada (TED), com as atividades já previstas para a partir de março de 2017; e ampliar o Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com ações direcionadas para as cadeias da sociobiodiversidade, agroecologia e orgânicos. 

As ações são parte de uma força-tarefa de apoio à implementação do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. A Sead desenvolve ações de incentivo e reconhecimento das práticas populares de uso de plantas medicinais e remédios caseiros. Uma delas é promover a capacitação de agricultores familiares no manejo e na produção de plantas medicinais, insumos e fitoterápicos adequados. 

Focado na inclusão da agricultura familiar nas cadeias e nos arranjos produtivos das plantas medicinais, insumos e fitoterápicos, a Sead atua como gestora de ações estratégicas pactuadas na Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e no Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, além de apoio à capacitação de agricultores familiares, técnicos e agentes de instituições de Ater nas áreas de cultivo e manejo sustentável de plantas medicinais, insumos e derivados.

 

Fonte:
Camila Costa
Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário
Assessoria de Comunicação
Contatos: (61) 2020-0128 / 0127 e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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A Fiocruz em parceria com a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário realiza em Montes Claros-MG nos dia 21 e 22/9 a 5ª Oficina de Trabalho para Análise e Mapeamento das Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, a ação faz parte do Projeto de Fortalecimento da Agricultura Familiar e conta com o apoio da Superintendência de Saúde e Arquidiocese de Montes Claros-MG.

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Nos dias 07 e 08 de abril, aconteceu em Palmas, Estado do Tocantins, a 4a oficina de Análise e Mapeamento das Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O evento teve o apoio da Secretaria de Agricultura e Pecuária – SEAGRO-TO que foi responsável por convidar atores locais e também de outros Estados da região norte, como os Estados do Pará e de Rondonia, que também participaram da oficina.

Dentre os setores representados tivemos a participação do Governo, Universidades, Setor Empresarial e Mulheres Agricultoras Familiares e agroextrativistas.


O objetivo das Oficinas de Trabalho é realizar um diagnóstico participativo com atores da cadeia produtiva de Plantas Medicinais na Região Norte, identificando os gargalos e oportunidades para a orientação de estratégias de aprimoramento e fortalecimento das cadeias mapeadas, bem como ações de apoio que estimulem a sua sustentabilidade econômica, social e ambiental, promovendo a conservação do bioma e apoiando a formulação e a articulação das diversas de políticas públicas existentes para as populações do campo.

Durante a oficina, foi possível mapear a cadeia de valor de quatro espécies de plantas medicinais: a babosa, a hortelã, a sucupira e a macaúba. Essas espécies foram definidas a partir de critérios de levam em conta a viabilidade social, econômica e legal, buscando ampliar possibilidades de apoio para o crescimento e acesso aos mercados privados e públicos.

mapa


Durante a oficina formam-se grupos de trabalho compostos por atores que representam, na medida do possível, cada elo da cadeia, o que possibilita a troca de experiências e informações, contribuindo dessa forma para a adequação dos instrumentos e políticas públicas na área de plantas medicinais.

 

grupo

Os diagnósticos, a partir dos mapeamentos, possibilitam identificar atores envolvidos estratégicos nos elos das cadeias de valor e constitui uma atividade prospectiva que visa o aprimoramento da produção de plantas medicinais e fitoterápicos por meio da estruturação de uma redes de serviços.

As oficinas constituem, também, espaços de articulações interinstitucionais e intersetoriais,  sendo um momento apropriado para verificar as convergências de ações e políticas públicas transversais em todas as cadeias de valor, bem como os “espaços vazios” que impedem o desenvolvimento pleno dessas cadeias, devido a baixa capacidade de resposta das instituições governamentais e não governamentais, como, por exemplo, Universidades e Redes de Assistência Técnica, que parecem não estar atentos a essas demandas.


Assim, torna-se indispensável a articulação de atores estratégicos para a estruturação de uma rede de serviços, de comunicação e de informação, como proposto pela RetisFito, possibilitando assim, a difusão, a disseminação, a reaplicação e a troca de experiências entre os segmentos das cadeias de plantas medicinais no país. Além disso, será possível dar visibilidade às iniciativas dos Governos Federal, Estadual e Municipal, no que se refere ao fomento dessas cadeias, sejam em programas, projetos ou na execução de políticas públicas.


Durante a oficina de Palmas-TO, foi dado início à identificação de ações comuns entre as várias instituições presentes, como por exemplo, serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural, pesquisa e apoio a comercialização das plantas medicinais e fitoterápicos. Essa articulação, em rede, contribuirá para que essas atividades possam ser realizadas respeitando a autonomia de cada instituição e com foco naquilo que se tem de interesse comum para o fortalecimento de todos os setores envolvidos.

reuniao pos oficina

Sua principal missão é ter uma agenda positiva para o uso sustentável dos recursos naturais e acesso aos mercados no Estado do Tocantins, com vistas a ser ampliado para toda a região norte.

Participe dessa articulação acessando a Rede de Experiências, tecnologia e inovação em Saúde em www.retisfito.org.br, cadastre-se e compartilhe.

 

 

Texto:

Joseane Costa e Mônica Souza

Equipe Retisfito

www.retisfito.org.br

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Este relatório descreve os resultados da “Oficina de Trabalho para o Mapeamento e Análise de Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” realizada nos dias 26 e 27 de agosto de 2015 nas dependências do Ecomuseu da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu/PR. Esta Oficina foi promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com a Itaipu Binacional no âmbito do “Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos”, cujo objetivo central é fortalecer a gestão da base produtiva em plantas medicinais e fitoterápicos, com foco na agricultura familiar, para apoio ao Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com vistas à promoção da inclusão produtiva, pautado no poder de compra do SUS. A parceria entre a FIOCRUZ, MDA e a Itaipu Binacional se iniciou em 2009, a partir de um Acordo de Cooperação visando à promoção do trabalho com plantas medicinais na região Oeste do Paraná. Tal acordo se integra à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, da qual MDA e FIOCRUZ são atores-chave.

 

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Promoção de Cadeias de Valor: Relatório da Oficina de Trabalho para o Mapeamento e Análise de Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Foz do Iguaçu/PR

Este relatório descreve os resultados da “Oficina de Trabalho para o Mapeamento e Análise de Cadeias de Valor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” realizada nos dias 26 e 27 de agosto de 2015 nas dependências do Ecomuseu da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu/PR. Esta Oficina foi promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com a Itaipu Binacional no âmbito do “Projeto de Fortalecimento da Gestão da Agricultura Familiar em Plantas Medicinais e Fitoterápicos”, cujo objetivo central é fortalecer a gestão da base produtiva em plantas medicinais e fitoterápicos, com foco na agricultura familiar, para apoio ao Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com vistas à promoção da inclusão produtiva, pautado no poder de compra do SUS. A parceria entre a FIOCRUZ, MDA e a Itaipu Binacional se iniciou em 2009, a partir de um Acordo de Cooperação visando à promoção do trabalho com plantas medicinais na região Oeste do Paraná. Tal acordo se integra à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, da qual MDA e FIOCRUZ são atores-chave.

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