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O Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (CEPIS) lança caderno de atenção básica que trata das plantas tóxicas. Muitas dessas plantas são ornamentais e podem ser encontradas em jardins, parques, vasos e praças.

O caderno traz informações sobre os procedimentos corretos para o atendimento ao usuário contaminado por substância tóxica e ressalta os cuidados necessários no atendimento às crianças, que são as principais vítimas.

Além das medidas preventivas e a descrição dos sintomas da intoxicação, o manual relaciona as principais plantas tóxicas e os grupos toxicológicos a que pertencem.

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O uso de plantas medicinais para tratamento dos males da saúde está disseminado não só nas áreas rurais como também nas áreas urbanas do território brasileiro. O significado econômico destas plantas medicinais, usadas no atendimento das necessidades básicas de saúde, para as economias domésticas da parte socialmente vulnerável da população, ainda é pouco investigado. Muitas espécies vegetais são comercializadas na cidade de Belém por erveiros em mercados ou feiras livres da cidade.

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Objetivos: descrever a utilização de plantas medicinais e fitoterápicos concomitantemente com outros medicamentos na população do município de Teutônia, RS. Métodos: a pesquisa seguiu um modelo transversal descritivo e o instrumento de coleta de dados foi um questionário semi-estruturado. As entrevistas ocorreram no período de dezembro de 2005 a maio de 2006. As plantas coletadas foram identificadas botanicamente pelo Herbário ICN/UFRGS, do Departamento de Botânica da UFRGS. Resultados e Conclusões: Dos 196 entrevistados 87,2% eram do sexo feminino, com idade média de 44,4+13,86 anos.
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Estudo de caso desenvolvido através de pesquisa participante com população assistida pelo Programa de Saúde da Família-PSF, em Porto Alegre, RS, em que buscou-se, através de estudo de base etnográfica, conhecer práticas tradicionais sobre cultivo e uso de plantas medicinais. Os dados foram coletados pela técnica de amostragem ‘bola de neve’, em quatro comunidades, complementados com entrevista semi-estruturada com 49 informantes, reconhecidos como especialistas tradicionais. Os resultados mostraram que 69% dos informantes são de procedência rural, 90% mulheres com idade entre 33 a 100 anos, 55% com ensino fundamental incompleto, de múltiplas etnias, morando em Porto Alegre há mais de 15 anos. Foram identificadas 192 espécies com indicativo medicinal.
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Analisaram-se programas e ações de fitoterapia na atenção primária à saúde brasileira (APS) a partir da literatura. O metaestudo incluiu seis bases de dados, de 1988 a 2012, sendo registradas 24 publicações. A inserção da fitoterapia acontece a partir de motivações diversas: aumentar os recursos terapêuticos, resgatar saberes populares, preservar a biodiversidade, educação ambiental e popular, agroecologia e desenvolvimento social. Há uma ambivalência que ora pende para o reforço da autoatenção, as ações educativas, intersetoriais e a participação comunitária, constituindo-se em forma de cuidado e promoção da saúde; ora restringe o processo à incorporação de fitoterápicos manipulados ou industrializados à farmácia dos serviços de APS, para uso estritamente profissional. Ressalta-se uma visão ampliada da fitoterapia que incorpore esses dois enfoques, numa perspectiva de uma ecologia de saberes e práticas em saúde.

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